Grande Prémio Melhor Filme Fantasporto 2010
“Heartless” de Phillip Ridley (GB)

Prémio Especial do Júri
“Deliver Us From Evil” de Ole Bornedal (Din/Sué/Noruega)

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Melhor Filme
“Estado de Guerra” (com produção de Kathryn Bigelow, Mark Boal, Nicolas Chartier e Greg Shapiro)

Melhor Realizador
Kathryn Bigelow (”Estado de Guerra”)

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A Lisboa de Fernando Pessoa, de José Fonseca e Costa, será exibido quarta-feira, às 19h15, no Pequeno Auditório do Rivoli. O dia começa às 15h15 com uma sessão de curtas-metragens de cineastas nacionais como Frederico Serra, Tiago Guedes e Rodrigo Areias. Já a noite pertence à antestreia de Embargo, de António Ferreira, uma adaptação da obra de José Saramago.

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Ainda em semana de aquecimento, o Fantasporto – Festival de Cinema Internacional do Porto – trouxe Colin Arthur e a sua mulher e parceira profissional Sarah Arthur para uma masterclass de dois dias sobre efeitos especiais. Comissariada por Carlos Carneiro e Júlio Alves, da London Sessions Productions, o programa especial levou mais de 100 pessoas a inscreverem-se.

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Enquanto Robocop dava início a mais uma cruzada contra o crime – no pequeno auditório era exibido o filme de Julian Grante –, no grande auditório o mal fazia-se representar por médicos loucos (Re-Animator, 1985) e zombies (Braindead, 1992), numa sessão dupla.

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Fantasporto: Celebrar 30 anos de muito e bom cinema

by Rui Baptista 07.02.2010 Cinema

Apesar das inúmeras dificuldades, o Fantasporto volta a impor-se como um dos mais importantes festivais de cinema do país. Para a 30ª. edição foram seleccionados cerca de 400 filmes, entre longas e curtas-metragens, oriundas dos quatro cantos do mundo, numa programação que não deixará ninguém indiferente. Mas, tal como é habitual, o festival não se faz só de sessões de cinema, estando previstas conferências, debates, workshops e exposições.

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Joaquim de Almeida: «Já estou com vontade de ir embora»

by Manaira Athayde 07.02.2010 Cinema

Joaquim de Almeida é o mais internacional dos actores portugueses. Há trinta anos a viver nos Estados Unidos e sendo fluente em sete línguas, o artista esteve no Festival de Cinema Bragacine, onde foi premiado pela longa carreira. Conhecido como o Phil Hartman latino, Joaquim afirma estar arrependido de ficar em Portugal mais um mês do que o previsto e que o cenário lusitano de festivais de cinema não deixa a desejar, mas que o país está muito aquém do desejado a nível de produção cinematográfica.

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Marcello Sampaio: «O cinema português não tem grande distribuição no Brasil»

by Manaira Athayde 07.02.2010 Cinema

Elemento Criativo é a marca do jovem realizador brasileiro Marcello Sampaio. Esse slogan marca os organizados site e blogue do estudante de Ciências da Comunicação e representa bem o trabalho que tem vindo a desenvolver. Com apenas 24 anos, Marcello já trabalhou como documentarista, director de telediscos e como publicitário. O documentário Além Do Que Se Vê foi seleccionado em 2009 para o Los Angeles Brazilian Film Festival, um dos maiores eventos do cinema brasileiro nos EUA. Com três curtas-metragens no Festival de Cinema Bragacine, Marcello Sampaio concede entrevista à Fest em que revela porque deixou o Brasil para estudar e produzir em Portugal.

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Uxía Blanco: «Acredito que todos nós somos pó de estrelas»

by Manaira Athayde 03.02.2010 Cinema

Em entrevista realizada no Festival de Cinema Bragacine, Uxía fala sobre as suas transformações ao longo da carreira, sobre o impacto do passado na realização de projectos actuais e sobre a produção artística galega no panorama espanhol. A actriz conta ainda, com grande sensibilidade e em tom intimista, sobre as suas crenças religiosas e sobre a sua relação com o processo de envelhecimento e com o ideal de eternidade.

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Serralves: Arte de intervenção em destaque para 2010

by Sara Santos Silva 22.01.2010 Artes

Com o centenário da República Portuguesa como pano de fundo, o Museu de Serralves dedica, em Novembro, uma exposição à arte de intervenção cívica e política. “Às Artes Cidadãos!” apresenta-se como um exercício crítico sobre a ligação entre a referência política e a arte contemporânea. João Fernandes, director do Museu, explica, em conferência de imprensa, que a exposição vai reunir obras de arte que fazem “referência ao activismo político”, modos de “afirmar a cidadania pela arte”.

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