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Published on Maio 22nd, 2012 | by festmag

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Rão Kyao, Gala Drop e Gocoo marcam presença no Boom Festival

Andrew Jones, Gaudi, Gocoo, Daniel Popper, Charles Eisenstein, The Do Lab, Mixmaster Morris, Gerard Minakawa, Rão Kyao e Gala Drop são alguns dos nomes avançados para a próxima edição do Boom Festival que decorre entre os próximos dias 28 de julho a 4 de agosto, em Idanha-a-Nova.

Com mais de 800 artistas, de áreas como pintura, escultura, land art, música, vídeo, artes plásticas e instalações interativas, o conceituado Boom Festival é um dos mais importantes eventos de contra-cultura à escala mundial.

Um dos artistas, Gaudi, é considerado um dos nomes mais importantes do dub atual pela BBC Radio. Como músico e produtor editou 12 álbuns e viu alguns dos seus trabalhos nas tabelas de êxitos, recebeu discos de ouro e vários prémios e nomeações.

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Outro é Gocoo, um grupo composto por sete mulheres e quatro homens que captam a atenção da audiência com percussão assente no som de Taiko, tambores japoneses. Em palco os 11 músicos oriundos de Tóquio criam com mais de 40 tambores um espetáculo musical «único e hipnotizante».

Aaron Taylor Kuffner traz até ao Boom uma instalação que tem percorrido o mundo, da Art Basel ao MOMA de Nova Iorque. Kuffner construiu a primeira e única orquestra robótica completa de Gamelan (estilo musical indonésio), controlada por computador.

Mixmaster Morris é uma «lenda e um dos principais artistas da cena eletrónica». Morris Gould conta com mais de 25 anos de carreira musical, tendo passado por vários géneros como indie, punk rock e jazz experimental. Criará uma atuação especial de seis horas exclusivamente para o Boom Festival.

Gerard Minakawa é um designer nova-iorquino especialista em construções e fundador do Bamboo DNA. As suas obras viajam pelo mundo em exposições e eventos, é artista residente do Coachella, passando por outros locais como Museu de História Natural de Los Angeles ou Burning Man. Já foi referenciado em meios de comunicação social como Washington Post, Wall Street Journal, Boston Globe, Christian Science Monitor, entre outros. Grande parte das estruturas do Boom serão obra de Gerard Minakawa, que passará cerca de um mês no nosso país para as executar.

Andrew Jones é o derradeiro artista digital. Trabalhou para empresas como a Light and Magic e Nintendo, é responsável pela criação da comunidade artística online, ConceptArt e cofundador do estúdio Massive Black. As suas ilustrações já receberam variadas nomeações. O artista digital estará presente pela primeira vez em Portugal para apresentar os seus trabalhos.

Daniel Popper, artista plástico sul-africano especializado em marionetas gigantes, instalações, pintura e escultura, já viu a sua obra presente em alguns dos mais importantes eventos do mundo, como o Mundial 2010.

Charles Eisenstein é autor e orador e uma das principais figuras do movimento Occupy e da nova economia. Com três livros editados e vários artigos publicados, Charles é uma das vozes que lideram uma nova abordagem à economia, através de um sistema onde valores humanos conseguem estar ao mesmo nível que o lucro.

As diferentes zonas do recinto foram desenhadas com o intuito de conceder ao público diversas experiências pessoais e artísticas. Desde espaço para música, exposições, bem-estar a workshops ou palestras, o Boom Festival garante a todos os que por lá passam uma experiência «memorável». O grande objetivo do Boom «é ser mais do que um festival, antes um espaço de aprendizagem e troca de experiências», avança a organização.

O Dance Temple é uma bioconstrução em bambu, que se destaca pelo seu design e pela utilização de artes digitais em consonância com materiais naturais. Este espaço receberá algumas das atuações de música avançada que passarão pelo festival. Já o espaço Ambient Source será dedicado às sonoridades downtempo, com concertos de Rão Kyao, até atuações de Mixmaster Morris.

O espaço Alchemy Circle, caraterístico pela sua cenografia e pelos «sedutores» jardins, será dedicado inteiramente à fusão entre bandas, artes performativas e atuações de estilos como bass music, world music, dubstep, tecno, entre outros.

O espaço aberto Sacred Fire continuará a ser um local de land art e música acústica. Poder-se-á ainda participar em diversos workshops de sustentabilidade, ou artes plásticas, e experimentar variados estilos gastronómicos. «O espaço ideal para a contemplação e comunicação», revelam.

A Liminal Village é o local encarregue de receber o programa cultural do Boom Festival. Destaque para alguns dos pensadores ativistas como Charles Eisenstein e Daniel Pinchbeck. Esta zona congrega uma galeria de arte e espaços para conferências, painéis de discussão e workshops de diversos autores e artistas convidados. «O Boom Festival proporciona mais de 100 workshops gratuitos durante a sua realização», anunciam.

A Healing Area é uma das zonas «mais singulares» do Boom Festival. Considerada a «melhor área de wellness num festival de cultura independente», este local apresenta um programa de variadas atividades por vários terapeutas profissionais. De meditação a workshops, yoga, reiki, chi kung, além de proporcionar atividades na única piscina watsu móvel que existe em Portugal.

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Com workshops, painéis de discussão, atividades interativas, o Boom interage com o seu público para além do entretenimento. O programa de workshops está disponível no website e tem atualizações constantes.

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