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Música

Published on Abril 24th, 2017 | by Paula Lucas

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“Asociación de Putamadre” foi o grito dos Porn na D.R.A.C.

Porn, tributo a Korn e The White Pony, tributo a Deftones, serviram uma ceia na sexta-feira. Os “chefes” da D.R.A.C. não deixaram a degustação por mãos alheias, que foi digna de uma estrela Michelin.

Já vem sendo habitual o nível de experimentação imposto pela Direito de Resposta – Associação Cultural. Na sexta-feira assim foi. O warm up ficou a cargo de Fausto Carvalho aka DJ Coração. Figueirense que se preza, conhece bem os “Draconianos” e embala-os para uma noite que promete.

Os The White Pony fizeram-nos reviver o passado com o seu tributo a Deftones e o seu metal alternativo foi debitado por Pedro Pina (vocalista) e companhia , que se sentiram em casa e encheram o clube ao som dos grandes hits dos aclamados Deftones.

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Vindos de Lisboa, e com cerca de dois anos de idade, orgulham-se de serem a única banda de tributo a Deftones em Portugal, facto confirmado pelo público presente, que breve começou a soltar as fartas cabeleiras para o tradicional “head banging”. Passo a passo, a pedido do vocalista, foram-se chegando ao palco fervendo cada vez mais com a energia de Pedro Pina que pingava literalmente gotas de adrenalina e êxtase. The White Pony, banda tributo a fixar para quem quiser ter uma boa noite “old school”.

Oriundos de uma das mais antigas cidades da Europa, Málaga, os Porn entraram a rasgar, com uma entoação forte e a debitar o nu metal dos pioneiros Korn. Tributo onde se ouviu “Falling Away”, “Good God”, “Word Up”, “A.D.I.D.A.S.”, “Blind” entre outros temas que nos fizeram lembrar a razão pela qual os Korn receberam dois Grammy Awards e tantas outras nomeações.

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O ambiente familiar torna-se propício para David fazer o que mais gosta: cantar ao nível do público e no meio dele, descurando a intensidade do mosh tão característico dos “Draconianos”. Cuervo, baixista da banda, com todas “sus ganas” reencarna Arvizu a cada minuto que passa com a sua poderosa postura, tratando o baixo como se uma extensão corporal sua se tratasse.

Sendo um dos elementos mais recentes da banda, Gaspar (baterista) destacou-se pela intensidade dos seus movimentos e pela forma positiva como se adaptou no grupo.

Tributos que merecem a nossa vénia; porque mantêm viva a memória dos grandes impulsionadores de géneros musicais e porque nunca deixam ficar mal os fãs e nem os verdadeiros artistas que representam. A paixão pela musica é incurável e os tributos são boas doses para nos irmos estabilizando.

Fotografias de Mário Antunes

Os nossos agradecimentos ao D.R.A.C. – Direito a Resposta Associação Cultural 

 

 

 

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