“Wavin’ Flag”, “Fatima” e “Hoobaale” foram três dos temas interpretados por K’Naan no cinema Nimas, em Lisboa, a propósito do Lisbon & Estoril Film Festival.
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“Wavin’ Flag”, “Fatima” e “Hoobaale” foram três dos temas interpretados por K’Naan no cinema Nimas, em Lisboa, a propósito do Lisbon & Estoril Film Festival.
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O músico e poeta K’Naan lê, no cinema Nimas, um texto que escreveu para o New York Times intitulado “Um filho regressa à agonia da Somália”.
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Com mais de três horas de duração, o intenso, honesto e cativante documentário sobre a ilha do Corvo, “É Na Terra Não É Na Lua”, é o justo vencedor do Grande Prémio Cidade de Lisboa para melhor longa ou média-metragem do 9.º DocLisboa. “Yama No Anata”, com dois prémios – melhor longa na Competição Portuguesa e no Prémio Escolas – e “Praxis” – melhor curta portuguesa – são outros premiados.
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Com “ritmo e poesia” experimental, os nova-iorquinos Anti-Pop Consortium tomaram de assalto o palco Vice no Milhões de Festa 2011. O trio apresentou temas do novo álbum “Fluorescent Black”, a comunicação com o público foi constante e um dos MC arriscou ainda uma descida ao “fosso”.
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Afastado do “coração” do festival, o palco da Lovers & Lollypops nem sempre teve o público merecido. Que o digam os londrinos Bikini Beach Band, cujas versões surf rock de temas dos anos 70 a 90 garantiram dança e uma improvável viagem ao tempo dos seus avós. Com brilhantina e brilhantismo.
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Sozinho em palco com guitarra, bombo, pratos de choque, microfone, telefone (!) e um capacete da força aérea norte-americana, Bob Log III protagonizou um dos momentos altos do Milhões de Festa. Público ao rubro, duas raparigas sentadas nas pernas, um blues punk visceral em modo “best of” a percorrer diversos discos da sua já longa carreira e uma atuação que fica na história.
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Na recta final do Milhões de Festa, depois de três dias intensos de concertos, a japonesa Akiko e os restantes Comanechi fizeram questão de “partir” tudo e todos os que rodeavam o palco Vice. Tudo o que estava à mão “voou” em direção à audiência e Akiko, em trajes menores, mergulhou pelo público diversas vezes, deixando-se filmar e fotografar em poses muito arrojadas. «Acho incrível serem 4 da manhã e vocês estarem aos saltos. Adoro-vos!», disse Akiko. Festão mínimo garantido só no Milhões, arriscamos nós.
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Um autêntico murro no estômago é a definição possível para o concertos dos portuenses EAK no SWR do Milhões de Festa. Nesse fim de tarde, mesmo com as necessárias afinações técnicas e alguns atrasos, e com um cenário idílico junto ao rio Cávado, não se ouviram “passarinhos”. O terceiro álbum dos EAK está aí e as palavras de ordem são “partir tudo”.
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Cabeças de cartaz sim, vedetas nem por isso. A EasyJet bem que as tentou lixar, mas elas deram a volta por cima com instrumentos que pediram emprestado às outras bandas do dia. “Low cost” nem sempre compensa, não é SBSR? Depois de um naturalmente prolongado ensaio, o concerto foi um desfilar de singles, excepção feita para uma versão. Deu gozo ver a comunicação e a química entre as quatro e recordar o concerto no Primavera Sound 2003 e uma alucinada viagem pelo backstage de “yours truly” e “su primo” VIP Luís Mateus. Lembram-se Mário Lopes e António Pires?
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