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	<title>Fest Magazine &#187; Performativas</title>
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	<description>Magazine de cinema, música e artes performativas</description>
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		<title>Concurso de Jovens Criadores dos Açores abre-se à diáspora</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/05/concurso-de-jovens-criadores-dos-acores-abre-se-a-diaspora/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 02:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isidro Fagundes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Performativas]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[labjovem]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Começou já a fase de candidaturas para a 3.ª edição do LABJOVEM, um concurso que pretende distinguir e promover os novos criadores açorianos em inúmeras áreas artísticas, da música às artes cénicas, passando pela arquitetura e pela ilustração. Este ano, podem também participar descendentes de açorianos até à 3.ª geração residentes em qualquer ponto do globo.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Começou já a fase de candidaturas para a 3.ª edição do LABJOVEM, um concurso que pretende distinguir e promover os novos criadores açorianos em inúmeras áreas artísticas, da música às artes cénicas, passando pela arquitetura e pela ilustração. Este ano, podem também participar descendentes de açorianos até à 3.ª geração residentes em qualquer ponto do globo.</strong></p>
<p>Às distinções habituais, juntam-se nesta edição os prémios LABCOMUNIDADES (introduzido na edição de 2010 mas limitado às comunidades nos EUA, Canadá e Bermudas) e LABREVELAÇÃO, destinado a criadores com menos de 20 anos de idade.</p>
<p>De edição em edição, as categorias a concurso são revistas em função do número de participantes, e este ano a Dança dá lugar à categoria mais abrangente de Artes Cénicas. Arquitetura, Artes Plásticas, Design de Moda, Design Gráfico, Fotografia, Ilustração/BD, Literatura, Música e Vídeo são as restantes áreas.</p>
<p>Os projetos selecionados pelo júri, cuja composição ainda não é conhecida, integrarão a Mostra Labjovem, um conjunto de exposições e espetáculos que percorrerão as nove ilhas do arquipélago açoriano em 2012.</p>
<p>O prazo de candidaturas termina a 31 de outubro, e os projectos selecionados serão divulgados em fevereiro de 2012. Mais informações e regulamento no<a href="http://2011.labjovem.pt/" target="_blank"> sítio da internet do LABJOVEM 2011</a>.</p>
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		<item>
		<title>Maus Hábitos: Celebrar dez anos de cultura alternativa</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/03/maus-habitos-celebrar-dez-anos-de-cultura-alternativa/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 20:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Mateus Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Performativas]]></category>
		<category><![CDATA[Maus Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>O Maus Hábitos celebra esta semana dez anos e está de parabéns. Sexta, 1 de abril, inaugura a Exposição de Jorge Santos intitulada "Walking UP that Hill". Ao jantar, pelas 20:30, serve-se "A Feijoada do Artista", e à noite propõe-se T:O:N:I:S:C:H:A a.k.a António (dj set), Dealema e Dinis Flashdance (dj set). Mas nos dias que se seguem há mais, muito mais.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>O Maus Hábitos celebra esta semana dez anos e está de parabéns. Sexta, 1 de abril, inaugura a Exposição de Jorge Santos intitulada &#8220;Walking UP that Hill&#8221;. Ao jantar, pelas 20:30, serve-se &#8220;A Feijoada do Artista&#8221;, e à noite propõe-se T:O:N:I:S:C:H:A a.k.a António (dj set), Dealema e Dinis Flashdance (dj set). Mas nos dias que se seguem há mais, muito mais.</strong></p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/03/maus-habitos-celebrar-dez-anos-de-cultura-alternativa/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>No sábado, 2 de abril, há atividades no Maus Hábitos, no Coliseu do Porto e na Garagem Passos Manuel. Entre as 15:00 e as 19:00, Flea Market + Feira do Jeco apresentam-se na Garagem Passos Manuel e no Átrio e Salão Ático do Coliseu. À noite há dj set de Marlon e Miguel Magalhães, concerto dos HHY &#038; The Macumbas e dj set de Pedro Santos.</p>
<p>No domingo, 3 de abril, às 14:30, promove-se uma sugestiva manifestação “contra e a favor de todas as causas”, na Praça dos Poveiros, a Feira do Jeco, às 15:00, na Garagem Passos Manuel, uma &#8216;Matiné Dançante&#8217; com um concerto de Olvs Big Band + Lindy Hop (dança) e à noite Milonga (Tango Argentino) e Shemale dj set por Rodrigo Affreixo e Luís Machado. </p>
<p>Na quarta-feira, 6 de abril, o Maus Hábitos altera a sua residência para o edifício em frente e faz do Coliseu do Porto a sua casa, com as atuações de Pedro Abrunhosa, Ugia Pedreira (Marful &#8211; Galiza) &#038; Fred Martins (BR), Blind Zero e Rui Reininho &#038; Paulo Praça. De regresso ao Maus Hábitos as celebrações encerram com uma after-party a cargo de T:O:N:I:S:C:H:A a.k.a António.</p>
<p><strong>Passes</strong><br />
Mobília Maus Hábitos &#8211; 75 euros<br />
Acesso total a todos os eventos dos 4 dias, incluindo jantar nos dias 1 e 2 de abril + entrada gratuita em todos os espectáculos nos Maus Hábitos até 1 de abril de 2012, exceto Alta Baixa.</p>
<p>Passe Aniversário &#8211; 35 euros<br />
Acesso total a todos os eventos dos 4 dias, incluindo jantar nos dias 1 e 2 de abril.</p>
<p>Passe Maus Hábitos &#8211; 15 euros<br />
Acesso total a todos os eventos dos 4 dias &#8211; não inclui jantares dos dias 1 e 2 abril.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Gaivota e o Vôo Imóvel</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/10/a-gaivota-e-o-voo-imovel/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 02:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manaira Athayde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Performativas]]></category>
		<category><![CDATA[A Gaivota]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Nacional São João]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Uma peça dentro da peça. É assim que “A Gaivota”, encenada no Teatro Nacional São João no mês de Outubro, traz aos palcos uma das mais importantes obras do escritor russo Anton Tchékhov.</strong>

A encenação de Nuno Cardoso apreendeu com tamanha acuidade essa alma metalinguística que a peça encerra-se com a suspensão da grande tela ao fundo do cenário a expor os elementos cenográficos que são próprios da estrutura de palco. Esta é a expressão cénica encontrada para a metalinguagem de um enredo que aborda a relação do artista consigo e a observação de si no processo de alteridade. “Estou sempre insatisfeito comigo mesmo”, dizia o personagem que representava o escritor da trama, Medvedenko (João Castro).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Uma peça dentro da peça. É assim que “A Gaivota”, encenada no Teatro Nacional São João no mês de Outubro, traz aos palcos uma das mais importantes obras do escritor russo Anton Tchékhov.</strong></p>
<p>A encenação de Nuno Cardoso apreendeu com tamanha acuidade essa alma metalinguística que a peça encerra-se com a suspensão da grande tela ao fundo do cenário a expor os elementos cenográficos que são próprios da estrutura de palco. Esta é a expressão cénica encontrada para a metalinguagem de um enredo que aborda a relação do artista consigo e a observação de si no processo de alteridade. “Estou sempre insatisfeito comigo mesmo”, dizia o personagem que representava o escritor da trama, Medvedenko (João Castro).</p>
<p>“A Gaivota” é uma insistente reflexão sobre o interface entre o Teatro e a Literatura e a relação em que a forma e o conteúdo podem circunscrever a arte abstracta ou concreta. “A tua peça não tem personagens vivas, como nos livros”, diz Polina Andréievna (Cristina Carvalhal), a jovem actriz repleta de sonhos.</p>
<p>Além disso, encontramos uma narrativa com um conteúdo denso sob exaustivos diálogos: a peça é pensar na forma que a arte é capaz de dar à vida – ou mesmo aos sonhos. “O teatro não deveria falar sobre como a vida é ou como ela deveria ser, mas retratá-la como um sonho”, ainda completa Andréievna.</p>
<p>Numa outra passagem, a personagem começa a se questionar sobre a relação entre o artista concebido como um “génio no pedestal” e o artista visto com as fragilidades e a corriquerialidade humanas: “Eu não entendo como é que uma actriz tão famosa é capaz de chorar e um escritor com peças de êxito e traduzidas para várias línguas fica feliz em passar o dia a pescar”, reflecte Polina Andréievna.</p>
<p>É por essa dimensão existencial que a crítica que Tchékhov outorga ao teatro contemporâneo do final do século XIX é tão actual que as reflexões continuam assentando questionamentos sobre a relação forma/conteúdo na maneira como a arte é hoje concebida, tanto em termos pragmáticos quanto em carácter conceptual.</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/10/Gaivota11.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/10/Gaivota11.jpg" alt="Gaivota" title="Gaivota" width="798" height="414" class="aligncenter size-full wp-image-417" /></a>
</p>
<pre style="text-align: center">"A Gaivota", foto de João Tuna</pre>
<p>“A Gaivota” reprimenda e ironiza um exacerbado romantismo próprio da época – com características, aliás, que se estendem até os nossos dias, principalmente pelo enredo telenovelesco. Neste interstício, nota-se mais uma vez os sinais metalinguísticos: critica-se a atmosfera romanesca da arte a partir de um constructo idílico, como se estivéssemos sempre a observar um sonho. O amor não é menos utópico: “Tem que ser sempre jovem, poético, que nos liberta”, dizia o personagem escritor, Medvedenko.</p>
<p><strong>A plasticidade</strong></p>
<p>Para representar cenograficamente toda essa atmosfera onírica, a plasticidade dá-se por meio de poças de água, sempre pisoteadas com força pelas personagens para que os pingos dêem a ideia de suspensão a todo o espaço (o chão nunca é sólido); troncos de árvores descascados e expostos verticalmente, tomando todo o cenário; e uma tela de fundo com luzes a determinar a sucessão de tempo. Todos esses elementos recriam o ambiente de uma floresta, que mais do que hermética e escura, ganha a leveza da continuidade que qualquer sonho evoca, afinal, o sonho só existe enquanto não for realizado.</p>
<p>Na primeira parte da peça, o balanço em que as duas personagens mais antagónicas da narrativa – Polina Andréievna, que simboliza a gaivota por meio de vestimentas sempre brancas e de grande leveza, e Nina Zarétchnaia (Maria do Céu Ribeiro), sempre vestida de preto, a representar como o destino é factídico ao ser humano ao conduzi-lo a inevitáveis desilusões – se embalam ao mesmo tempo contrasta com a coexistência de uma cadeira de rodas, que traz consigo a simbologia do imóvel, do que não consegue se locomover por si só.</p>
<p>Nesta passagem, não há somente o antagonismo entre a liberdade e a imobilidade, é mais que isto: trata-se de uma maneira de estudar – sim, porque a peça nos dá a sensação de que a narrativa é sempre o estudo da personagem sobre si mesma e a sua relação com aquilo que está para além do seu próprio mundo – como ambas coexistem e interagem entre si. Afinal, a cadeira de rodas pode simbolizar a imobilidade, mas ao mesmo tempo é o objecto que faz com que algo que não possa se locomover por si só movimente-se com a ajuda de terceiros.</p>
<p>É desta forma, então, que objectos e enredo ficam definitivamente alinhavados: todo acto não passa de uma ajuda desesperada que cada personagem oferece à outra, sem conseguir grandes êxitos pela enorme dificuldade de ultrapassar as redomas em que cada uma está inserida. O mundo é mesmo uma selva, ou melhor, uma floresta escura e perigosa encoberta de sonhos.</p>
<p>Não obstante, é por isso que a segunda metade da narrativa se passa sempre à noite. O palco é apenas iluminado por um candeeiro, escolha cénica, aliás, capaz de causar um certo desconforto ao público, afinal, torna-se cansativo à visão estar mais de uma hora sob o mínimo feixe de luz. A simbologia é efectiva, mas o resultado pragmático não é eficaz.</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/10/Gaivota21.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/10/Gaivota21.jpg" alt="Gaivota2" title="Gaivota2" width="798" height="532" class="aligncenter size-full wp-image-418" /></a>
</p>
<pre style="text-align: center">"A Gaivota", foto de João Tuna</pre>
<p>Por fim, a conjuntura da peça ganha o seu fastígio entre simbologia e atmosfera onírica com o ritmo da passagem do tempo sobre o lago que circunscreve o ambiente de campo em que se encontram as personagens. Sabe-se o lago pequeno porque “dá para ouvir a pessoa que canta do outro lado da margem”, como constata Arkádina (Lígia Roque), a mãe do protagonista. O lago e a sua pequenez anunciam água parada e margens estreitas: estão todos ensimesmados, a fluir sempre sobre o mesmo eixo, e o sonho de vôo, o sonho de gaivota é o lago em que “a lua toda brilha porque alta vive”, parafraseando Ricardo Reis. Ou como diria a poetisa Fiamma Hasse Pais Brandão, um lago repleto de seixos em que “cada pedra, um vôo imóvel”.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>FITEI: Um festival ibérico que se abre para o mundo</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/04/fitei-um-festival-iberico-que-se-abre-para-o-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 19:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sara Santos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Performativas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[fitei]]></category>
		<category><![CDATA[joshua sofaer]]></category>
		<category><![CDATA[nEC]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[TNSJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Espectáculos de rua, peças de teatro e de dança compõem a 33.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, de 28 de Maio a 10 de Junho. Porto vai ganhar uma nova rua com o nome de um cidadão anónimo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h4 style="margin-bottom: 0cm;text-align: justify"><strong>Espectáculos de rua, peças de teatro e de dança compõem a 33.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, de 28 de Maio a 10 de Junho. Porto vai ganhar uma nova rua com o nome de um cidadão anónimo.</strong></h4>
<p>
<strong><br />
</strong></p>
<h4 style="margin-bottom: 0cm;text-align: justify"><strong><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-313" src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/04/102_0640-500x375.jpg" alt="102_0640" width="500" height="375" /></strong></strong></h4>
<pre style="margin-bottom: 0cm;text-align: center"><strong><strong>Cal y Canto Teatro (Esp)</strong>

</strong><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></pre>
<p style="margin-bottom: 0cm;text-align: justify">O FITEI deste ano alarga as suas fronteiras e reúne no Porto companhias que não se ficam apenas pela península ibérica. Sem renunciar a sua matriz, o festival inicia-se com um espectáculo que promete baralhar o trânsito e provocar os transeuntes da cidade. O pouco convencional “Su-SESO Taladro”, do Teatro Gestual do Chile, será uma intervenção satírica em plena baixa do Porto, junto à estação de S. Bento. Esta é uma das várias propostas de teatro de rua apresentado pelo FITEI, género que agrada particularmente o director do festival, Mário Moutinho. &#8220;Acho muito interessante que o público seja apanhado desprevenido, o teatro de rua tem esta capacidade de surpreender quem é apanhado, confrontá-lo, pô-lo a discutir o que vê&#8221;, confessa em entrevista.</p>
<p>
<img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/04/VIVER-A-RUA_FINAL-150x150.jpg" alt="VIVER A RUA_FINAL" width="150" height="150" class="alignright size-thumbnail wp-image-334" /></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;text-align: justify">No entanto, este ano, a intervenção urbana do festival vai mais longe. A estrutura convidada do FITEI de 2010 é o Núcleo de Experimentação Coreográfica (nEC) que, segundo a organização do festival, fez uma proposta “assustadoramente interessante”. “Viver a Rua”, um projecto do inglês Joshua Sofaer, pretende ser uma intervenção “forte e duradoura”. No início do FITEI começa o concurso que visa escolher um cidadão anónimo “que mereça um tributo público” &#8211; explica o director do nEC, Joclécio Azevedo &#8211;  e que venha a dar o seu nome a uma nova rua do Porto. A inauguração da rua será de “festa” e terá lugar na próxima edição do festival.</p>
<p></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">No sentido de colmatar o défice de programação de dança no Porto, a aposta do FITEI nesta área tem sido cada vez maior. Com propostas que não obedecem exactamente a um conceito artístico, mas antes a uma vontade de “mostrar o que se está a fazer nos vários territórios de Espanha”, o festival traz Entremans e a Companhia Marta Carrasco, propostas com “linhas estéticas muito diferentes”, descreve Mário Moutinho.</p>
<p></p>
<h5 style="margin-bottom: 0cm;text-align: justify">As parcerias</h5>
<p></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;text-align: justify">O Teatro Nacional S. João é parceiro &#8220;permanente&#8221; do FITEI, desde o primeiro mandato do director artístico Ricardo Pais. Desde então, tem sido uma estrutura &#8220;fundamental&#8221; e, segundo Mário Moutinho, &#8220;se não fosse o TNSJ, dificilmente o FITEI podia ser feito no Porto&#8221;. Ao Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, ao Mosteiro de São Bento da Vitória, ao Contagiarte, entre outros, junta-se, pela primeira vez, o Teatro da Trindade. A criação de Dario Fo &#8220;Não se Ganha, Não se Paga&#8221;, encenada por Maria Emília Correia, apresenta-se, assim, no TNSJ a 1 de Junho.</p>
<p><strong>O programa pode ser visto <a href="http://www.fitei.com/?opt=fitei&amp;id=programa">aqui</a>.</strong></p>
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		<item>
		<title>Serralves: Arte de intervenção em destaque para 2010</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/01/serralves-arte-de-intervencao-em-destaque-para-2010/</link>
		<comments>http://www.festmag.com/2010/01/serralves-arte-de-intervencao-em-destaque-para-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 01:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sara Santos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Performativas]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[arte contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[serralves]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o centenário da República Portuguesa como pano de fundo, o Museu de Serralves dedica, em Novembro, uma exposição à arte de intervenção cívica e política. “Às Artes Cidadãos!” apresenta-se como um exercício crítico sobre a ligação entre a referência política e a arte contemporânea. João Fernandes, director do Museu, explica, em conferência de imprensa, que a exposição vai reunir obras de arte que fazem “referência ao activismo político”, modos de “afirmar a cidadania pela arte”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Com o centenário da República Portuguesa como pano de fundo, o Museu de Serralves dedica, em Novembro, uma exposição à arte de intervenção cívica e política. “Às Artes Cidadãos!” apresenta-se como um exercício crítico sobre a ligação entre a referência política e a arte contemporânea. João Fernandes, director do Museu, explica, em conferência de imprensa, que a exposição vai reunir obras de arte que fazem “referência ao activismo político”, modos de “afirmar a cidadania pela arte”.</strong></p>
<p>Antes disso, a nova temporada de Serralves estreia-se em Março, com o regresso de Lourdes Castro “aos públicos”, um “trabalho particularmente mágico”, salienta João Fernandes. A exposição irá reunir pela primeira vez os trabalhos de Lourdes Castro e de Manuel Zimbro, companheiros e colaboradores há mais de três décadas. Um dos trabalhos que mais notoriedade deu a Lourdes Castro foi o “Teatro de Sombras”, tendo percorrido vários museus na década de 70.</p>
<p style="text-align: center"><p><a href="http://www.festmag.com/2010/01/serralves-arte-de-intervencao-em-destaque-para-2010/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
<pre style="text-align: center">"Teatro de Sombras" de Lourdes Castro</pre>
<p>Ainda em Março, vai ser inaugurada a obra da norte-americana <strong>Dara Birnbaum</strong>, uma das primeiras artistas a assumir a televisão na produção artística. Com um enorme sentido crítico sobre a sociedade e a política, Dara é um dos &#8220;nomes históricos&#8221; desta programação, embora algo &#8220;desconhecida do público português&#8221;, na opinião do director do Museu. Birnbaum ficou conhecida pelo seu vídeo-clip &#8220;Wonder Woman&#8221;, de 1979.</p>
<p style="text-align: center"><p><a href="http://www.festmag.com/2010/01/serralves-arte-de-intervencao-em-destaque-para-2010/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
<pre style="text-align: center">"Wonder Woman" (1979) de Dara Birnbaum</pre>
<p>A vídeo-artista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=b8t-yeW-h70">Grazia Toderi</a> e a pintora Marlene Dumas são os grandes nomes escolhidos por Serralves para o Verão.<br /><strong><br />
Artes Performativas recordam Bausch e Cunningham</strong></p>
<p>O ciclo <strong>Sabor do Cinema</strong>, no habitual registo de projecção-conversa, regressa no final deste mês e termina em Fevereiro. Paralelamente a este ciclo, Cédric Andrieux, antigo bailarino da Merce Cunningham Dance Company, vai marcar presença em Serralves, num espectáculo autobiográfico. “<strong>Documente-se!</strong>”, sob o mote “Sentidos do Reconhecimento”, irá ter a sua terceira edição durante Abril e Maio e vai abranger as áreas da música, dança, teatro, instalação, cinema, debates e conferências.</p>
<p>Na música, destaca-se a presença dos <a href="http://www.mono-jpn.com/"><strong>Mono</strong></a>, banda de rock instrumental japonesa, de regresso ao Porto seis anos depois. O concerto tem lugar no Auditório de Serralves a 10 de Março e resulta da parceria entre Serralves e a promotora AmplificaSom. A 19.ª edição do Jazz no Parque recebe, em Julho, Vijay Iyer Trio, Bernardo Sassetti Trio com Perico Sambeat e Contact.<br />
Também já marcadas estão as habituais Festa do Ambiente, Festa do Outono, Natal em Serralves e os festivais <strong>TRAMA – Festival de Artes Performativas</strong> (em Outubro) e <strong>Serralves em Festa</strong> (em Junho), que este ano se vai alargar fora dos muros de Serralves.</p>
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		<title>MM apresenta &#8220;More more more&#8230; future&#8221; de Faustin Linyekula</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Mateus Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Performativas]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Faustin Linyekula]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[More more more... future]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Filha bastarda da rumba, dos ritmos tradicionais, das fanfarras nos domingos na igreja e do funk, a ndombolo é a música das noites de Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. O som é denso e saturado, os ouvintes bebem cerveja e comem espetadas, dançam e namoriscam até de madrugada, quando os primeiros transportes retomam na cidade adormecida. É sobre os seus sucessos que cantam os músicos: o poder trazido pelo dinheiro, as mulheres bonitas, os carros de alta cilindrada, as roupas de marca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Filha bastarda da rumba, dos ritmos tradicionais, das fanfarras nos domingos na igreja e do funk, a ndombolo é a música das noites de Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. O som é denso e saturado, os ouvintes bebem cerveja e comem espetadas, dançam e namoriscam até de madrugada, quando os primeiros transportes retomam na cidade adormecida. É sobre os seus sucessos que cantam os músicos: o poder trazido pelo dinheiro, as mulheres bonitas, os carros de alta cilindrada, as roupas de marca.</strong></p>
<p>&#8220;Porque não utilizar a extraordinária energia das guitarras e das vozes da ndombolo&#8221;, pensou o coreógrafo Faustin Linyekula, não &#8220;para espalhar sonhos tão leves como os lenços de papel que se vendem nas ruas de Kinshasa, mas para falar da vida real com as suas dificuldades, os impasses e os erros. Penso na energia do movimento punk na Europa e nos Estados Unidos e como os jovens se apropriaram da música para decretar o fim do futuro. Aqui, no Congo, é difícil recusar um futuro que nunca tivemos, de destruir ainda mais o nosso monte de ruínas… apenas sonhar com os pés bem assentes na terra que se possa construir, em cima das ruínas, um pouco mais de futuro…&#8221;</p>
<p><strong>Faustin Linyekula &#8211; &#8220;More more more&#8230; future&#8221;<br />
</strong>Sexta 27 e sábado 28 de Novembro às 21h30 na Sala Principal do Teatro Maria Matos<br />
Preço: 12€ (menores de 30 anos &#8211; 5€)</p>
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