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	<title>Fest Magazine &#187; Especial Fantasporto</title>
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	<description>Magazine de cinema, música e artes performativas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 19:31:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Palmarés Fantasporto 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 04:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Mateus Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Fantasporto]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasporto]]></category>

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		<description><![CDATA[Grande Prémio Melhor Filme Fantasporto 2010
“Heartless” de Phillip Ridley (GB)

Prémio Especial do Júri
“Deliver Us From Evil” de Ole Bornedal (Din/Sué/Noruega)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Grande Prémio Melhor Filme Fantasporto 2010</strong><br />
“Heartless” de Phillip Ridley (GB)</p>
<p><strong>Prémio Especial do Júri</strong><br />
“Deliver Us From Evil” de Ole Bornedal (Din/Sué/Noruega)</p>
<p><strong>Melhor Realização </strong><br />
Philip Ridley (“Heartless”; GB)</p>
<p><strong>Melhor Actor</strong><br />
Jim Sturgess (“Heartless”; GB)</p>
<p><strong>Melhor Actriz</strong><br />
Neve McIntosh (“Salvage”; GB)</p>
<p><strong>Melhor Argumento</strong><br />
“La Horde” (Arnaud Bordas, Yannick  Dahan, Stéphanie Moissakis e Benjamin Rocher; Fra)</p>
<p><strong>Melhores Efeitos Especiais ou Fotografia </strong><br />
“La Horde” (Yannick  Dahan e Benjamin Rocher; Fra)<br />
<strong><br />
Melhor Curta-metragem Fantasporto 2010</strong><br />
“La Carte” de Stefan le Lay (Fra)</p>
<p><strong>Menção do Júri Internacional</strong><br />
“Valhalla Rising” de Nicolas Winding Refn (Din/GB)<br />
“Embargo” de António Ferreira (Port) </p>
<p><strong>Melhor Filme da Semana dos Realizadores/Prémio Manoel de Oliveira<br />
</strong>“Fish Tank” de Andrea Arnold (GB)</p>
<p><strong>Prémio Especial do Júri</strong><br />
“Ward nº 6” de Karen Shakhnazarov (Rus)<br />
<strong><br />
Melhor Realizador</strong><br />
Pater Sparrow (“1”; Hun)</p>
<p><strong>Melhor Argumento</strong><br />
Andrea Arnold (“Fish Tank”; GB)</p>
<p><strong>Melhor Actor</strong><br />
Zóltan Mucsi (“1”)<br />
<strong><br />
Melhor Actriz </strong><br />
Elena Anaya (“Hierro”; Esp)</p>
<p><strong>Prémio Orient Express 2010</strong><br />
“Thirst” de Chan-wook Park (Coreia do Sul)</p>
<p><strong>Prémio Especial da secção Orient Express<br />
</strong>“A Frozen Flower” de Yoo Ha (Coreia do Sul)<br />
<strong><br />
Prémio da Crítica</strong><br />
“T.M.A.” de Juraj Herz (Rep Chec)</p>
<p><strong>Prémio do Público</strong><br />
“Solomon Kane” de Michael J. Basset (EUA)</p>
<p><strong>Prémio Cinematografia<br />
</strong>Cinema Francês</p>
<p><strong>Prémios Carreira</strong><br />
Samuel Hadida (produtor, França)<br />
Colin Arthur (especialista em efeitos especiais, EUA)<br />
Luís Galvão Teles (realizador, Portugal)</p>
<p><strong>Prémio Inspiração<br />
</strong>“First Squad” de Yoshiaru Ashino (Rus/japão/Canadá)</p>
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		<title>Fantasporto celebra cinema português no pequeno auditório</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/03/fantasporto-celebra-cinema-portugues-no-pequeno-auditorio/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 20:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sara Santos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Fantasporto]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[antónio ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasporto]]></category>
		<category><![CDATA[fonseca e costa]]></category>
		<category><![CDATA[saramago]]></category>
		<category><![CDATA[zed filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[<em>A Lisboa de Fernando Pessoa</em>, de José Fonseca e Costa,  será exibido quarta-feira, às 19h15, no Pequeno Auditório do Rivoli. O dia começa às 15h15 com uma sessão de curtas-metragens de cineastas nacionais como Frederico Serra, Tiago Guedes e Rodrigo Areias. Já a noite pertence à antestreia de <em>Embargo</em>, de António Ferreira, uma adaptação da obra de José Saramago.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><em>A Lisboa de Fernando Pessoa</em>, de José Fonseca e Costa,  será exibido quarta-feira, às 19h15, no Pequeno Auditório do Rivoli. O dia começa às 15h15 com uma sessão de curtas-metragens de cineastas nacionais como Frederico Serra, Tiago Guedes e Rodrigo Areias. Já a noite pertence à antestreia de <em>Embargo</em>, de António Ferreira, uma adaptação da obra de José Saramago.</p>
<p>O mais recente filme de José Fonseca e Costa, homenageado no Fantas do ano passado, tem exibição programada no festival. <em>A Lisboa de Fernando Pessoa</em> é uma adaptação cinematográfica de um texto intitulado <em>Lisbon, What The Tourist Should See</em> que, embora tenha sido escrito em 1925, apenas em 1988 foi descoberto no espólio do poeta.</p>
<p>O novo projecto de Fonseca e Costa pretende ilustrar, com imagens de hoje, as palavras de Pessoa sobre a capital. Com narração do norte-americano Peter Coyote, actor que, segundo o cineasta, “conhece muito bem a obra de Fernando Pessoa”, o documentário pretende ser uma homenagem ao escritor.</p>
<p><strong>Adaptação da obra <em>Embargo</em> de Saramago em antestreia</strong><br />
António Ferreira, da ZED Filmes, está de regresso depois da média-metragem <em>Respirar (debaixo d&#8217;água)</em> e de <em>Esquece Tudo o Que Te Disse</em>, a primeira longa. Agora, aliciado pela escrita do Nobel da literatura José Saramago, apresenta, em antestreia no Fantasporto, <em>Embargo</em>, uma adaptação da obra homónima do escritor.</p>
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		<title>Pré-Fantas descobriu os meandros da arte dos efeitos especiais</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/02/pre-fantas-descobriu-os-meandros-da-arte-dos-efeitos-especiais/</link>
		<comments>http://www.festmag.com/2010/02/pre-fantas-descobriu-os-meandros-da-arte-dos-efeitos-especiais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 21:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sara Santos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Fantasporto]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Arthur]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasporto]]></category>
		<category><![CDATA[london sessions productions]]></category>
		<category><![CDATA[masterclass sfx]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda em semana de aquecimento, o Fantasporto – Festival de Cinema Internacional do Porto – trouxe Colin Arthur e a sua mulher e parceira profissional Sarah Arthur para uma masterclass de dois dias sobre efeitos especiais. Comissariada por Carlos Carneiro e Júlio Alves, da London Sessions Productions, o programa especial levou mais de 100 pessoas a inscreverem-se.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Ainda em semana de aquecimento, o Fantasporto – Festival de Cinema Internacional do Porto – trouxe Colin Arthur e a sua mulher e parceira profissional Sarah Pooley para uma masterclass de dois dias sobre efeitos especiais. Comissariada por Carlos Carneiro e Júlio Alves, da London Sessions Productions, o programa especial levou mais de 100 pessoas a inscreverem-se.</p>
<p>A ideia era explorar o passado, presente e futuro dos efeitos especiais por especialistas de renome. No entanto, por motivos pessoais, David Marti (oscarizado pela caracterização em <em>O Labirinto de Fauno</em>) cancelou a sua vinda a Portugal. Colin Arthur assumiu, assim, a liderança da Masterclass SFX, no Pequeno Auditório do Rivoli, e partilhou a sua experiência no mundo dos efeitos especiais. Galardoado com o Prémio Goya, nomeado para um Óscar e premiado nos festivais de Cannes e Berlim, Colin notabilizou-se por colaborações em películas como <em>2001: Odisseia no Espaço</em>, de Stanley Kubrick, <em>O Bárbaro</em>, de John Millius, ou <em>Sexy Beast</em>, de Jonathan Glazer.</p>
<p>Numa conversa aberta, que finalizou os dois dias de workshop, juntou-se aos formadores o produtor de <em>I’ll See You in My Dreams</em>, Filipe Melo, que venceu o prémio de Melhor curta-metragem no Fantas em 2004. Filipe Melo elogiou o trabalho de Colin, na medida em que, quando este começou, quem fazia efeitos especiais era visto como uma “espécie de ilusionista”. O realizador da curta admitiu a influência de um mini-documentário sobre o making of do teledisco <em>Thriller</em>, de Michael Jackson, que o deixou &#8220;completamente fascinado” e lhe alimentou a vontade de “fazer um filme com monstros e efeitos especiais”. &#8220;A história é uma porcaria, mas é uma boa desculpa para fazer monstros&#8221;, gracejou o produtor e realizador.</p>
<p>Perante a inexistência de técnicos na área dos efeitos especiais em Portugal, Filipe Melo teve de os procurar no Canadá e em Espanha. Do público levantaram-se vozes críticas em relação à falta de investimento, nomeadamente do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), em novos nomes do cinema em Portugal. Instituto ao qual Filipe não recorreu, admitindo que continua a pagar o empréstimo que pediu ao banco em 2003 para fazer o filme. Para garantir bons efeitos especiais, Filipe Melo, pianista de jazz, deu aulas de piano.  “Imaginem o que é estar a dar aulas de piano a principiantes para estar a pagar zombies”, revelou com ironia. E, já no fim, reflectiu: “Fiz o filme, porque senão ia estar toda a vida a pensar ‘devia ter feito’.”</p>
<p>Sarah Pooley reagiu perante o desânimo da plateia, avançando com a convicção de que haveria talento suficiente na sala para fazer um bom filme de efeitos especiais. “O segredo é juntarem-se em equipa”, lembrou Sarah. Com efeito, tanto os participantes como os organizadores do workshop apelaram ao espírito de equipa e a London Sessions Productions assumiu o compromisso de criar uma mailing list para juntar todos os participantes.</p>
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		<title>Noite de zombies abre Fantasporto</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/02/noite-de-zombies-abre-fantasporto/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 03:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Baptista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Fantasporto]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto <em>Robocop</em> dava início a mais uma cruzada contra o crime – no pequeno auditório era exibido o filme de Julian Grante –, no grande auditório o mal fazia-se representar por médicos loucos (<em>Re-Animator</em>, 1985) e zombies (<em>Braindead</em>, 1992), numa sessão dupla.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Enquanto <em>Robocop</em> dava início a mais uma cruzada contra o crime – no pequeno auditório era exibido o filme de Julian Grante –, no grande auditório o mal fazia-se representar por médicos loucos (<em>Re-Animator</em>, 1985) e zombies (<em>Braindead</em>, 1992), numa sessão dupla.</strong></p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/02/Re-Animator_2.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/02/Re-Animator_2.jpg" alt="Re-Animator_2" title="Re-Animator_2" width="565" height="310" class="aligncenter size-full wp-image-196" /></a></p>
<pre style="text-align: center">"Re-Animator" de Stuart Gordon</pre>
<p><em>Re-Animator</em> é uma adaptação (muito livre) do conto homónimo de H. P. Lovecraft. Realizado por Stuart Gordon, o filme conta com a colaboração de um velho amigo do Fantas, Brian Yuzna. </p>
<p>Jeffrey Combs interpreta um jovem médico ambicioso e simultaneamente impetuoso que descobre uma fórmula capaz de trazer os mortos de regresso à vida. Bem… mais ou menos… </p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/02/braindead.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2010/02/braindead.jpg" alt="braindead" title="braindead" width="480" height="312" class="aligncenter size-full wp-image-197" /></a></p>
<pre style="text-align: center">"Braindead" de Peter Jackson</pre>
<p>A noite prosseguiu com <em>Braindead</em>, um dos primeiros filmes de Peter Jackson. Um registo muito diferente daquela que o viria a tornar mundialmente famoso &#8211; a trilogia <em>O Senhor dos Anéis (Lord of the Rings)</em>. </p>
<p>Desta vez não há cientistas loucos, talvez somente o próprio realizador que na “loucura” deixava já transparecer toda a sua genialidade, algo que já manifestara nos filmes anteriores: <em>Bad Taste</em> e <em>Meet the Feebles</em> – todos apresentados no Fantasporto. </p>
<p>No filme, uma “ratazana-macaco” portadora de um terrível vírus, é retirada do seu habitat natural para ser exibida num zoológico de uma pequena cidade. O animal acaba por infectar uma pessoa que por sua vez acaba por infectar muitas outras, transformando-as a todas em zombies.</p>
<p>Do outro lado da tela os espectadores, apesar de não encherem o auditório, mostraram um grande entusiasmo. O suficiente para fazer corar de inveja muitas claques de futebol, e sempre com o habitual e muito peculiar sentido de humor. </p>
<p>Mas verdade seja dita, apesar de serem grandes obras do cinema de terror, não metem medo a ninguém – e muito menos ao público do Fantas. E depois, <em>Braindead</em> é assumidamente uma comédia (muito) negra de terror. </p>
<p>E porque gostamos de zombies, vale a pena chamar a atenção para a exibição dos filmes <em>Colin</em> de Marc Pierce (26/02 &#8211; 21:00), <em>La Horde</em> de Yannick Dahan e Benjamin Rochér (27/02 &#8211; 21:15) e <em>[REC]2</em> de Jaume Bagaleró e Paco Plaza (01/03).</p>
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		<title>Fantasporto: Celebrar 30 anos de muito e bom cinema</title>
		<link>http://www.festmag.com/2010/02/fantasporto-celebrar-30-anos-de-muito-e-bom-cinema/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 04:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Baptista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar das inúmeras dificuldades, o Fantasporto volta a impor-se como um dos mais importantes festivais de cinema do país. Para a 30ª. edição foram seleccionados cerca de 400 filmes, entre longas e curtas-metragens, oriundas dos quatro cantos do mundo, numa programação que não deixará ninguém indiferente. Mas, tal como é habitual, o festival não se faz só de sessões de cinema, estando previstas conferências, debates, workshops e exposições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Apesar das inúmeras dificuldades, o Fantasporto volta a impor-se como um dos mais importantes festivais de cinema do país. Para a 30ª. edição foram seleccionados cerca de 400 filmes, entre longas e curtas-metragens, oriundas dos quatro cantos do mundo, numa programação que não deixará ninguém indiferente. Mas, tal como é habitual, o festival não se faz só de sessões de cinema, estando previstas conferências, debates, workshops e exposições.</strong></p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2010/02/fantasporto-celebrar-30-anos-de-muito-e-bom-cinema/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<pre style="text-align: center">"Fantasporto Presents" criado em 2005 pela ziiiiiing design</pre>
<p><strong>Robótica e Cinema</strong><br />
À semelhança do programa especial do ano passado, Arquitectura e Cinema, o Fantasporto centra-se agora no tema Robótica e Cinema. Comissariado pelo professor Eduardo Silva do Laboratório de Sistemas Autónomos do Instituto Superior do Porto e pela Sociedade Portuguesa de Robótica, o programa visa apresentar «uma nova visão num cruzamento da ciência e das artes.»<br />
Além da exibição de diversos filmes (técnicos e de ficção), estão previstas conferências com cientistas, demonstrações de robótica durante o festival, no Espaço Cidade do Cinema &#8211; situado em frente ao Rivoli.</p>
<p><strong>Abertura e encerramento</strong><br />
A abertura do certame cabe a <em>Solomon Kane</em>, de Michael J. Basset. Baseado nas histórias criadas por Robert E. Howard, o filme conta as origens do herói, um puritano do século XVII que vagueia pelo mundo para lutar contra o mal. Para a sessão de encerramento foi escolhido <em>The Crazies</em>, de Breck Eisner, um remake da obra homónima de George A. Romero, de 1973. Tal como no original, um vírus transforma os habitantes de uma pequena localidade em psicopatas que acabam por semear o caos e a violência por todo o lado.<br />
Nas secções competitivas &#8211; que a organização assume como sendo «de elevada qualidade» e nas quais «não faltarão o factor entretenimento» &#8211; a maior dificuldade será arranjar tempo para ver tudo.</p>
<p><strong>Secção Oficial de Cinema Fantástico</strong><br />
Na Secção Oficial de Cinema Fantástico as maiores atenções vão para <em>[REC] 2</em>, dos espanhóis Jaume Balagueró e Paco Plaza. A dupla dá continuidade ao grande vencedor do Fantas de 2007, e adiante-se, desde já, que o filme começa onde o primeiro terminou. Na sequela acompanhamos uma equipa de forças especiais que tenta determinar o que aconteceu dentro do edifício em quarentena.<br />
Do país a norte, França, chega <em>La Horde</em>, de Yannick Dahan e Benjamin Rocher. O filme centra-se num grupo de polícias que procura vingar a morte de um colega. A perseguição dos criminosos leva-os até um edifício abandonado. Enquanto isso, lá fora, em Paris, dá-se um outro confronto: o dos mortos contra os vivos…<br />
Em <em>Jennifer&#8217;s Body</em>, Megan Fox reencarna um demónio com um apetite voraz por rapazes numa comédia de terror de Karyn Kusama. Já Vincenzo Natali, galardoado por diversas vezes no Fantasporto, traz <em>Splice</em>, «uma visão aterradora da clonagem humana».<br />
Depois da trilogia sobre a vingança, o realizador sul-coreano Chan-wook Park apresenta agora <em>Thirst</em>, um drama sobre um padre que após uma experiência médica falhada, se transforma num vampiro…<br />
Também na competição fantástica, agora na língua de Camões, encontramos <em>Embargo</em>, uma adaptação da obra homónima de José Saramago. Dirigido por António Ferreira, o filme conta a história de Nuno, «um homem que trabalha numa roulotte de bifanas, mas que inventou uma máquina que promete revolucionar a indústria do calçado &#8211; um digitalizador de pés».</p>
<p><strong>Semana dos Realizadores</strong><br />
Na Semana dos Realizadores, secção mais focada no cinema de autor, podemos encontrar <em>Fish Tank</em>, de Andrea Arnold. Vencedor do Prémio do Júri do Festival de Cinema de Cannes, o filme centra-se numa jovem e problemática adolescente cuja vida vai mudar com a vinda de um estranho no seio da família. Já <em>The Time That Remains</em>, do cineasta palestiniano Elia Suleiman, explora um tema recorrente, as relações entre os judeus e os árabes.<br />
Mas nesta secção vão ser exibidas também obras de pendor fantástico, mais precisamente de terror. <em>Hierro</em>, de Gabe Ibáñez, um thriller psicológico sobre uma mãe que busca desesperadamente pelo seu filho, é exemplo disso. Por sua vez Conor McPherson centra-se nos fantasmas das histórias irlandesas em <em>The Eclipse</em>.<br />
E num estilo muito diferente, Yoshiharu Ashino apresenta um filme de animação co-produzido pelo Japão, Rússia e Canadá. <em>First Squad</em> decorre durante a Segunda Guerra Mundial onde um grupo de adolescentes soviéticos com habilidades especiais terá que defrontar um exército de mortos-vivos ao “serviço” da Alemanha nazi.</p>
<p><strong>Orient Express</strong><br />
Na Secção Orient Express vale a pena destacar o último trabalho de Shinya Tsukamoto, <em>Tetsuo: The Bullet Man</em>. O realizador volta a explorar o mito do homem-máquina, 20 anos depois do primeiro <em>Tetsuo</em>. Também japonês, <em>Air Doll</em>, de Hirokazu Koreeda, uma boneca insuflável ganha vida e apaixona-se por um empregado de um videoclube. E séculos antes, na Coreia, Yoo Há retrata o relacionamento homossexual entre um imperador e o chefe da sua guarda pessoal em <em>A Frozen Flower</em>.<br />
E não podemos deixar de lado <em>Robo-geisha</em>, de Noboru Iguchi, e <em>Vampire Girl vs. Frankenstein Girl</em>, de Yoshihiro Nishimura e Naoyuki Tomomatsu, que em poucas palavras se resumem a muito sangue e violência. Puro gozo visual.</p>
<p><strong>Cinema Francês</strong><br />
Nas retrospectivas a atenção recai sobre a que foca o Cinema Francês. Uma óptima oportunidade para ver ou rever obras como <em>Alphaville, Une Étrange Aventure de Lemmy Caution</em>, de Jean-Luc Godard, <em>Hiroshima Mon Amour</em>, de Alain Resnais, <em>La Belle Et La Bête</em>, de Jean Cocteau ou <em>Les Visiteurs Du Soir</em>, de Marcel Carné.</p>
<p><strong>Cinema Português</strong><br />
Quanto ao cinema português, o homenageado este ano é o realizador e produtor Luís Galvão Teles, do qual serão exibidos os filmes <em>A Confederação – O Povo É Que Faz A História</em> (1978), <em>A Vida É Bela…!?</em> (1982), <em>Retrato De Família</em> (1992), <em>Elas</em> (1997), <em>Tudo Isto É Fado</em> (2003) e <em>Dot.com</em>(2006).<br />
Ainda quanto ao cinema nacional, estão previstas várias sessões de curtas-metragens organizadas pela Casa da Animação, ETIC, Cineclube de Avanca, Festival Black &amp; White e a Agência da Curta Metragem.</p>
<p><strong>Cidade do Cinema</strong><br />
Para os que procuram um ambiente mais calmo e descontraído, o Espaço Cidade do Cinema, recebe a segunda edição do Fantas em Curtas. São cerca de 180 curtas-metragens, repartidas por 21 sessões, incluindo trabalhos de França, Espanha, Eslováquia, Portugal e Irlanda. A entrada é livre.</p>
<p><strong>Masterclasses de Colin Arthur e David Marti</strong><br />
Importa ainda salientar as duas masterclasses com Colin Arthur da DDT &#8211; Barcelona e David Marti da Dream Factory – Madrid. Colin Arthur trabalhou no departamento de caracterização de filmes como <em>Clash Of The Titans</em>, <em>2001: A Space Odyssey</em> e <em>Conan E Os Bárbaros</em>, e David Marti foi galardoado com um Óscar para Melhor Caracterização em 2007, pelo trabalho realizado em <em>O Labirinto do Fauno</em>. No final está marcada uma conversa com Colin Arthur, David Marti e Filipe Melo, argumentista e produtor da curta-metragem <em>I&#8217;ll See You In My Dreams</em>. As SFX Masterclasses decorrerão nos dias 24 e 25 de Fevereiro, sendo o preço de 35 euros.</p>
<p><strong>Fantasporto 2010<br />
26 de Fevereiro a 6 de Março, no Rivoli Teatro Municipal<br />
<a href="http://www.fantasporto.com/" target="_blank">Mais informações</a></strong></p>
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