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	<title>Fest Magazine &#187; Música</title>
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	<description>Magazine de cinema, música e artes performativas</description>
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		<title>Optimus Alive: The Cure também &#8216;desfilam&#8217; no passeio marítimo de Algés</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 01:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Optimus Alive]]></category>
		<category><![CDATA[The Cure]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>The Cure são a mais recente confirmação do festival de verão organizado pela promotora Everything Is New. A banda britânica será cabeça de cartaz do palco Optimus no dia 14 de julho.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>The Cure são a mais recente confirmação do festival de verão organizado pela promotora Everything Is New. A banda britânica será cabeça de cartaz do palco Optimus no dia 14 de julho.</strong></p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2012/01/optimus-alive-the-cure-tambem-desfilam-no-passeio-maritimo-de-alges/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Após a atuação em 2011 no Bestival (Reino Unido) e do espetáculo &#8220;Reflections&#8221; no Royal Albert Hall, em Londres, os Cure de Robert Smith (voz e guitarra), Simon Gallup (baixo), Jason Cooper (bateria) e Roger O&#8217;Donnell (teclado) vão apresentar um alinhamento que ultrapassa as duas horas, onde vão estar incluídas músicas dos 14 álbuns de estúdio, incluindo canções do épico &#8220;Wish&#8221;, que comemora este ano o 20.º aniversário.</p>
<p>Artistas confirmados até ao momento no 6.º Optimus Alive: Caribou, Florence + The Machine, Justice, Mazzy Star, Metronomy, Radiohead, Snow Patrol, The Cure e The Stone Roses.</p>
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		<title>Entrevista a Jorge Palma: «O público perdoa-me sempre os exageros»</title>
		<link>http://www.festmag.com/2012/01/entrevista-a-jorge-palma-%c2%abo-publico-perdoa-me-sempre-os-exageros%c2%bb/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 03:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manaira Athayde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Íntimo... com todo o respeito]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Palma]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Jorge Palma está de volta. Mais íntimo do que nunca, com uma digressão acústica que promete emocionar muito boa gente com os quarenta anos de carreira do cantautor português. “Íntimo... Com Todo o Respeito” teve uma das primeiras paragens no Auditório de Vila Nova de Gaia, no último sábado (14 de janeiro), em que mais de 340 pessoas assistiram ao espetáculo.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Jorge Palma está de volta. Mais íntimo do que nunca, com uma digressão acústica que promete emocionar muito boa gente com os quarenta anos de carreira do cantautor português. “Íntimo&#8230; Com Todo o Respeito” teve uma das primeiras paragens no Auditório de Vila Nova de Gaia, no último sábado (14 de janeiro), em que mais de 340 pessoas assistiram ao espetáculo.</strong></p>
<p>O ambiente intimista propiciado pela excelente interação entre as canções e a iluminação – vale parabenizar o responsável, Carlos Gonçalves –, a interatividade com o público, o bom humor e a espontaneidade, como se tudo fosse feito de improviso e estivéssemos num bar ou mesmo na casa de Palma, na sala de estar a testemunhar ao vivo a catarse do cantor, especialmente ao tocar piano.<br />
</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/2_pq.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/2_pq.jpg" alt="Jorge Palma" title="Jorge Palma" width="850" height="334" class="alignnone size-full wp-image-1557" /></a></p>
<pre style="text-align: center">O auditório de Vila Nova de Gaia esteve lotado para ver o novo concerto. Foto: M.A.</pre>
<p>Aliás, um concerto apenas com piano, viola e guitarra – na medida para Jorge Palma que, desta vez, vem acompanhado, e bem acompanhado, do filho mais velho, Vicente Palma. Mais de vinte músicas em cerca de duas horas de apresentação, em que foram revisitadas canções como “Estrela-do-mar”, “Frágil” e “Encosta-te a Mim” e, claro, temas do novo álbum &#8220;Com todo o respeito&#8221;, com o single “Página em Branco” e outras a emplacar como “A Chuva Cai”, “Anjos de Berlim” e “Tudo por um Beijo”.</p>
<p>Desta vez, “A Gente Vai Continuar” não foi a música de encerramento do concerto, como há anos costumava ser. “Portugal, Portugal”, escrita há mais de três décadas atrás, foi a última canção, já no encore, o que deve ter deixado boa parte da plateia contente, uma vez que durante a apresentação houve quem gritasse a pedir músicas de intervenção. No fim do espetáculo, em entrevista à FEST MAGAZINE, Jorge Palma não se deixou abater pelo cansaço: deu um verdadeiro testemunho sobre as suas experiências e fez um grande brinde à vida.<br />
</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/3_pq.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/3_pq.jpg" alt="Jorge Palma" title="Jorge Palma" width="850" height="357" class="alignnone size-full wp-image-1558" /></a></p>
<pre style="text-align: center">Catarse em palco ao tocar piano. Foto: M.A.</pre>
<p><strong>&#8220;Com Todo o Respeito&#8221; foi lançado em outubro do ano passado, quatro anos depois do seu último trabalho. Como foi o processo de preparação do álbum?</strong><br />
Demorou mais tempo do que o costume. Houve problemas técnicos, e eu também andava muito ocupado, o que adiou quase um ano e sete meses a finalização do disco. Já tinha começado a fazer muitas canções para o teatro e para o cinema, e fui escrevendo&#8230; Comecei por “Página em Branco”, que fala sobre a falta de inspiração para compor, o que por vezes me acontece.</p>
<p><strong>Quem é que o Jorge respeita?</strong><br />
Tento, em primeiro lugar, respeitar-me a mim, porque é a condição fundamental para respeitar o resto do mundo. Se respeitar as minhas atitudes, os meus movimentos e os meus gestos é meio caminho andado para ter respeito pelos outros. Respeito muito a vida.</p>
<p><strong>&#8220;Íntimo&#8230; Com Todo o Respeito&#8221; é o nome da digressão iniciada este mês e marcada por um ambiente intimista. Aproveitando a escolha do título para representar a atmosfera pretendida, pergunto: o que há de mais íntimo para &#8216;Jorge Palma&#8217;?</strong><br />
Não digo [risos]. Íntimo, íntimo para mim é tocar música e estar muito bem acompanhado, uma companhia agradável e [es]tá-se bem. Depois, há a intimidade de mim para mim, porque falo muito comigo.</p>
<p><strong>O quê ou quem intima neste álbum?</strong><br />
Não faço manifestos nem dou palavras de ordem, mas tento puxar as pessoas para a ação, para que tomem atitudes e se mexam. Isso passa bastante por conversarem consigo próprias – como acabei de dizer que faço comigo –, olharem-se com ou sem espelho, e depois agirem e organizarem-se, uma coisa para a qual nós, portugueses, temos pouco jeito.</p>
<p><strong>A sua carreira tem grandes momentos marcados pela música de intervenção, nomeadamente nos anos 70, e que não deixaram de ser atuais. O que pensa sobre os difíceis dias portugueses?</strong><br />
Temos um governo completamente abismal, ninguém sabe dizer o que vai acontecer. Não sou economista, nem político, nem nada disso. Sou uma pessoa confrontada com uma realidade muito problemática e, como tantas outras pessoas, não sei bem o que fazer.<br />
</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/4_pq.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/4_pq.jpg" alt="Jorge Palma" title="Jorge Palma" width="850" height="342" class="alignnone size-full wp-image-1559" /></a></p>
<pre style="text-align: center">Vicente Palma em dueto com o pai. Foto: M.A.</pre>
<p><strong>Voltando à mini-tour acústica&#8230; Neste espetáculo, Vicente Palma, com os seus 28 anos, tem subido ao palco consigo já como um profissional, algo diferente dos anteriores trabalhos ocasionais. O fato de ser “o filho de Jorge Palma” não se torna um estigma negativo à carreira dele?</strong><br />
Para além de ser meu filho, é um músico, e francamente acho que ele tem talento, tem que ser respeitado por isso. Ele está a tocar bem. Mas como pai, é claro, que vou dizer&#8230; [risos].</p>
<p><strong>Vicente Palma tem-lo como exemplo?</strong><br />
Acho que sim, tem se inspirado muito no percurso do pai. O mais novo [filho, Francisco Palma, 16 anos] também, embora sejam completamente diferentes um do outro.</p>
<p><strong>E quando poderemos ouvir Jorge, Vicente e Francisco juntos?</strong><br />
O trio! [risos] Não sei&#8230; O que quero é que eles aprendam e toquem cada vez melhor e que curtam a vida. São 12 anos de diferença um do outro, um bocado&#8230; Para já, estou a ajudar da maneira que consigo, que é abrindo portas no meio musical, apresentando músicos amigos, pessoal do meio e das produções. Por outro lado, dou uma ajudinha com os instrumentos, com as guitarras e os amplificadores, essas coisas, e esclareço qualquer dúvida que possa esclarecer em termos de acordes. De resto&#8230; Hum&#8230; Não sei, já temos feito algumas jam sessions juntos, por exemplo. Em termos de público, o Vicente já é um profissional e toca comigo há muito tempo. Ele já tem um disco todo composto por ele e que vai ser lançado este ano.</p>
<p><strong>Qual o nome do álbum do seu filho? A data de lançamento já está marcada?</strong><br />
Essas perguntas são para o Vicente [risos]. Por acaso nem sei o nome do disco&#8230; Posso dizer que gosto das coisas que ouvi, mas não tem nada a ver com o pai.</p>
<p><strong>Os jovens gostam de Jorge Palma? Trabalhar com o Vicente também tem sido uma oportunidade de se aproximar desse público?</strong><br />
Tenho público de todas as idades, a minha música não ficou rotulada e parada no tempo. Eu e a minha geração atravessamos tantas coisas&#8230; É muito bom saber que os miúdos ouvem a minha música e começam a gostar, vão-se habituando. Eles são o futuro, e é muito gratificante para mim saber que, de alguma forma, faço parte dele com boas contribuições.</p>
<p><strong>A sua geração é uma desilusão para si?</strong><br />
A minha geração&#8230; Bem, os colegas da minha idade, os meus contemporâneos de juventude não me agradam particularmente, sobretudo na questão política.</p>
<p><strong>Quer seja essa geração que te desiludiu quer seja o público jovem, Jorge Palma é acarinhado por muitos, então&#8230;</strong><br />
Muito. Acarinhado e muito perdoado também [risos]. Diz Zé Pedro [guitarrista dos Xutos &#038; Pontapés] que sou o artista mais perdoado em Portugal. O público está sempre a perdoar os meus exageros, os meus excessos.</p>
<p><strong>Drogas e álcool foram os seus maiores excessos?</strong><br />
As drogas na minha vida&#8230; Não é nada dramático, felizmente tenho um corpo muito sólido, calhou [risos].<br />
</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/5_pq.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/5_pq.jpg" alt="Jorge Palma" title="Jorge Palma" width="850" height="401" class="alignnone size-full wp-image-1560" /></a></p>
<pre style="text-align: center">Concerto intimista. Foto: M.A.</pre>
<p><strong>A música é um escape?</strong><br />
A música tem sido muitas vezes um escape. Como diz Caetano Veloso: “como é bom saber tocar um instrumento”. Por isso, fiz questão e continuo a fazer que os meus filhos estejam no mundo da música. O mais velho [Vicente Palma] já está encaminhado, agora as minhas atenções maiores são com o mais novo, Francisco, que ainda está na fase da adolescência. Já tem a influência direta do pai e do irmão. Teve aulas de piano e eu ajudo no que posso. </p>
<p><strong>Falando na relação entre pais e filhos&#8230; No final dos anos 60, abandonou os estudos secundários para integrar a banda Black Boys, no Algarve. O seu pai apareceu inesperadamente numa apresentação num dos bares em que o grupo tocava e convenceu-o a regressar a Lisboa&#8230;</strong><br />
Quando vi o meu pai, engasguei-me, estava a cantar, qualquer coisa assim. Depois de ter terminado a série de músicas, sentei-me ao pé ele, já no set, e disse “ah, pai!” e ele fez-me uma proposta para ir acabar o sétimo ano, estudar mais um bocadinho. E fez ele bem. </p>
<p><strong>A desistência do curso de Engenharia na Faculdade de Ciências de Lisboa já foi um processo mais maturado.</strong><br />
Foi um processo natural. Naquela altura, [es]tava-se a prever que ia acontecer alguma coisa [Palma abandonou o curso no início da década de 70, um período de grandes mudanças no regime ditatorial português]; ia às aulas na Faculdade de Ciências, mas havia muitas greves, alunos a insultar professores, uma situação caótica nas universidades. Assim, progressivamente, fui-me afastando daquilo e cada vez mais comecei a ter trabalhos enquanto músico, comecei a ganhar dinheiro e a fazer apresentações com outros artistas, outros cantores. Portanto, não me comportei como um típico estudante de engenharia daquela época, mas como um músico, que não estava alienado e que encontrou na arte a sua maior expressão para falar sobre a sociedade em que vivia.</p>
<p><strong>A inspiração é como um grande sopro contingente? “Páginas em Branco”, o seu mais recente single, fala sobre o processo criativo, como mencionou no início da entrevista.</strong><br />
A minha inspiração está na vida, está em tudo, desde os cheiros até às pessoas que encontro&#8230; Tenho uma vida, nesse aspeto, muito rica porque todos os dias estou em contato com pessoas diferentes e novas histórias também. Escrevo coisas em vários lugares, algumas coisas boas e outras más, naturalmente. Depois, vou investigar sobre os temas que escrevi e aprimorar aquilo que for bom.</p>
<p><strong>A música é a sua maior relação de partilha com as outras pessoas, certamente&#8230;</strong><br />
Sim, é sim. Partilho as minhas experiências, algumas melhores que outras, como é com todos&#8230; Mas a minha música não é um símbolo de como as pessoas devem fazer e agir na vida, cada um sabe da vida o que quer fazer e dou liberdade para que façam, a começar pelos meus filhos. Já fiz muita coisa, já tenho mais de 60 anos, muita estrada nesta vida. Mas não quero interferir demais na vida das pessoas porque cada um escolhe o que quer.</p>
<p><strong>Jorge Palma envelheceu? </strong><br />
Então&#8230; Sempre tive tendência para me relacionar com o pessoal mais velho, porque tem mais experiência, possivelmente. Também são mais interessantes aqueles que tenho escolhido ao longo da vida. Por outro lado, aprendo muito com o pessoal adolescente, com as crianças, é muito bom. Todos os dias estou a aprender coisas, aprendo com os miúdos, com as pessoas mais velhas. Mas acho que sou um pré-histórico mesmo porque gosto de escrever com a caneta, gosto de música e de cinema, numa época em que o que está em voga são os jogos da [Inter]net e a cena das redes sociais, que não me atraem muito.<br />
</p>
<p style="text-align: center">
<a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/1_pq.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2012/01/1_pq.jpg" alt="Jorge Palma" title="Jorge Palma" width="850" height="310" class="alignnone size-full wp-image-1556" /></a></p>
<pre style="text-align: center">O mais recente álbum de Jorge Palma está no top dos mais vendidos em Portugal. Foto: M.A.</pre>
<p><strong>Sendo o Jorge Palma um artista tão inquieto – e inquietante – com o seu tempo, 40 anos de carreira conseguiram dar alguma segurança para o futuro?</strong><br />
Futuro&#8230; Talvez&#8230; O que quero é continuar a trabalhar, ter boa saúde, ler e ouvir muita música. Este ano está a começar muito bem para mim. Quero evitar a palavra, mas a “crise” sente-se, há pouco dinheiro, estamos num processo de falência e considero muito sortudo mesmo porque começo janeiro com uma digressão interessante e espero que o resto do ano continue assim. Quero tocar o melhor que conseguir sempre. </p>
<p><strong>“Jorge Palma é o Bob Dylan português”. O “rei do folk” continua sendo a sua maior referência musical?</strong><br />
Sempre, sempre. Amanhã, por exemplo, vou fazer uma espécie de serenata à antiga, piano e guitarra cá fora, na Ribeira. Tocar viola, tocar o que me apetecer, mesmo à Dylan. Gosto muito da Ribeira, tudo o que seja ao pé do Douro atrai-me logo.</p>
<p><strong>Depois desta conversa, muitas vezes a falar profundamente sobre a vida, a minha última pergunta é: qual o seu prato preferido?</strong><br />
[risos] São tantos&#8230; Agora, por exemplo, era capaz de comer umas ervilhas com ovos escalfados.</p>
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		<title>Stones Roses confirmados no Optimus Alive</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 21:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Alive]]></category>
		<category><![CDATA[Stone Roses]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>A reunião histórica dos Stones Roses e a consequente digressão poderá ser testemunhada no Optimus Alive, no dia 13 de julho. Os ingleses são a mais recente confirmação do festival que decorre no  Passeio Marítimo de Algés, e que já tinha confirmado a presença de Caribou, Florence + The Machine, Mazzy Star, Metronomy e Radiohead.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>A reunião histórica dos Stones Roses e a consequente digressão poderá ser testemunhada no Optimus Alive, no dia 13 de julho. Os ingleses são a mais recente confirmação do festival que decorre no  Passeio Marítimo de Algés, e que já tinha confirmado a presença de Caribou, Florence + The Machine, Mazzy Star, Metronomy e Radiohead.</strong></p>
<p>Formados em 1983, os Stone Roses foram parte fundamental do movimento &#8220;Madchester&#8221; que viu florescer na cidade britânica de Manchester um conjunto de grupos históricos durante o final da década de 80, início da década de 90. </p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/12/stones-roses-confirmados-no-optimus-alive/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>O primeiro disco &#8220;The Stone Roses&#8221; (1989) transformou-os num fenómeno à escala mundial, graças a singles como &#8220;I Wanna Be Adored&#8221;, &#8220;Waterfall&#8221; ou &#8220;She Bangs The Drums&#8221;. A importância do disco estende-se até aos dias de hoje, tendo em 2006 sido considerado pelo New Musical Express como o melhor álbum britânico de todos os tempos.</p>
<p>Após cinco anos, chegou o segundo e último longa duração até à data, &#8220;Second Coming&#8221;, onde se podia ouvir &#8220;Love Spreads&#8221;, o primeiro single retirado do disco. Pouco depois da edição do álbum, os Stone Roses decidiram parar de tocar juntos&#8230; até agora.</p>
<p>No passado dia 18 de outubro, e após intensa especulação, os Stone Roses anunciaram o regresso aos palcos com três concertos no Heaton Park, em Manchester. Os 220 mil bilhetes colocados à venda para este concerto esgotaram em apenas 68 minutos, tornando-se nos concertos rock que esgotaram mais depressa na história da música britânica.</p>
<p>Em reação ao novo recorde de vendas no Reino Unido, o vocalista Ian Brown disse que os membros da banda &#8220;planeiam passar o resto do dia aos saltos com as mãos no ar&#8221;, a mesma reação que o público vai ter quando os Stone Roses subirem ao palco principal do Optimus Alive.</p>
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		<title>Reportagem: From Texas with… música, piadas sobre sexo oral e promessas</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/12/from-texas-with%e2%80%a6-musica-piadas-sobre-sexo-oral-e-promessas/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 12:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Lagarto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Fanfarlo]]></category>
		<category><![CDATA[Handsome Furs]]></category>
		<category><![CDATA[josh T. Pearson]]></category>
		<category><![CDATA[mexe fest]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>A sala é imponente. A sala é histórica. Josh  T. Pearson é imponente desde que se mostra do lado esquerdo da ‘mezzanine’ que rodeia o principal espaço da Sociedade de Geografia de Lisboa. Josh T. Pearson fez história no primeiro concerto em Portugal: aprendeu a dizer “merda” em português, contou piadas sobre sexo oral e cantou. E tocou. E cantou…</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>A sala é imponente. A sala é histórica. Josh  T. Pearson é imponente desde que se mostra do lado esquerdo da ‘mezzanine’ que rodeia o principal espaço da Sociedade de Geografia de Lisboa. Josh T. Pearson fez história no primeiro concerto em Portugal: aprendeu a dizer “merda” em português, contou piadas sobre sexo oral e cantou. E tocou. E cantou…</strong></p>
<p>A longa e esguia silhueta vestida de negro, na qual quase não se encontram o início, nem o fim do cabelo e da barba já perante o público afina o único instrumento presente. Parece que o estado do tempo altera as cordas e pode fazer aumentar o vocabulário: “How do you say shit?” “Merda”.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest6.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest6.jpg" alt="mexefest" title="mexefest" width="853" height="640" class="alignnone size-full wp-image-1466" /></a></p>
<p>“Ok. Merda, merda, merda”. Mas o interesse pela língua não se ficou por aqui. De papel na mão, Josh manda a mensagem: “olá meninas, adeus rapazes”. Um humor auto-confessado que serve de introdução para um concerto auto-definido como sossegado, tranquilo e por isso faz as poses que os fotógrafos esperam para iniciar o concerto.</p>
<p>Longas canções em toada country mostram uma voz de sotaque cerrado que ora se sobrepõe, ora acompanha, ora se cala com o dedilhar da guitarra. Composições falam do tudo e do nada que interessa: o amor e a dor. Josh fecha os olhos em concentração. Josh fixa os olhos penetrantes no público.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest5.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest5.jpg" alt="mexefest5" title="mexefest5" width="853" height="640" class="alignnone size-full wp-image-1465" /></a></p>
<p>“É o preço a pagar por ser gigolô”, a fatura que Josh fez cobrar no primeiro dia do Mexefest de Lisboa, sabendo que as pessoas se iriam levantar, sentar, falar ao telemóvel e “all that crap”. Mas Josh repete que é engraçado e pergunta qual a pior coisa a dizer a uma mulher que fez sexo oral a Willie Nelson… ou seja em inglês &#8221;a women who made a blowjob&#8221;… ou em português uma mulher que fez o que começa também começa pela palavra b&#8230;</p>
<p>A resposta precisa de menos explicações: “Eu não sou Willie Nelson”. Do seu primeiro álbum &#8220;Last Of The Country Gentleman&#8221; cantou quatro cruas confissões em forma de música. Josh prometeu voltar a Portugal para um concerto mais tranquilo e com melhores piadas. Josh foi-se embora. Josh acenou do primeiro andar da mezzanine.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest4.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest4.jpg" alt="mexefest4" title="mexefest4" width="853" height="640" class="alignnone size-full wp-image-1464" /></a></p>
<p>O festival urbano de música Mexefest continua a fazer cruzar pessoas, lugares e sons. E num Tivoli cheio a dupla elétrica Handsome Furs fazia de tudo menos criar tranquilidade. De cabelo vermelho desalinhado e descalça, Alexei Perry pulou, suou, chorou frente ao seu teclado e ainda tem tempo para tentar fazer explodir o companheiro Dan Boeckner.</p>
<p>No palco houve uma gigante, mas Boeckner pouco menos descansou num espetáculo em que há muita e boa herança eletrónica dos anos 80. O público quis mais e não teve.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest2.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/12/mexefest2.jpg" alt="mexefest" title="mexefest" width="853" height="640" class="alignnone size-full wp-image-1463" /></a></p>
<p>Do outro lado da rua procurava-se um dos nomes mais sonantes da noite: Fanfarlo. Muitos em palco, mas pouca entrega total a um público desde cedo rendido. Trompete, violino e saxofone dão o toque mais folk ao indie e fazem dançar os fãs da banda made in Londres que prefere desalinhar a sala principal do cinema São Jorge.</p>
<p>Os principais hinos estiveram guardados para o encore da banda. Aqui o público quis e teve. O programa que mostrava as sobreposições musicais caraterísticas deste festival indicava uma sala nova: um átrio no metro dos Restauradores.</p>
<p>Debaixo da terra, o espaço parece ainda mais limitado e quem chega depois dos muitos primeiros só vê a placa com o mapa da linha do metro e as luzes que iluminam quem se sabe e quem se ouve: Paus. O som convida mas no dia seguinte ainda há mais quilómetros de música para andar e ouvir.</p>
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		<title>Optimus Primavera Sound: Spiritualized, Beach House e Explosions In The Sky confirmados</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<strong>The XX, Death Cab For Cutie, Explosions In The Sky, Spiritualized, Beach House e Siskiyou são as mais recentes confirmações da primeira edição do Primavera Sound no Porto.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>The XX, Death Cab For Cutie, Explosions In The Sky, Spiritualized, Beach House e Siskiyou são as mais recentes confirmações da primeira edição do Primavera Sound no Porto.</strong></p>
<p>Os artistas norte-americanos Death Cab For Cutie, The XX &#8211; na apresentação do aguardado segundo álbum, os Spiritualized de Jason Pierce com um novo disco na bagagem, os Dirty Three de Warren Ellis e os Beach House, foram hoje confirmados no alinhamento nas duas edições do Primavera Sound 2012 que decorrem em maio e junho, respetivamente em Barcelona e no Porto.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/11/optimus-primavera-sound-spiritualized-beach-house-e-explosions-in-the-sky-confirmados/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Também os canadianos Siskiyou mostram o seu folk pop nos dois eventos, bem como uma apresentação da editora britânica Numbers, incluindo os DJ Jackmaster, Oneman, Deadboy, Spencer e um live act de Redinho.</p>
<p>Barcelona recebe os bascos Lisabö, segundo a organização, uma das bandas mais queridas do público, que apresentarão o novo disco. O pós-rock dos texanos Explosions In The Sky marcará presença em exclusivo na edição portuense do Primavera Sound.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/11/optimus-primavera-sound-spiritualized-beach-house-e-explosions-in-the-sky-confirmados/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Até ao momento, o cartaz do Optimus Primavera Sound está alinhado da seguinte forma: Beach House, Björk, Codeine, Death Cab For Cutie, Explosions In The Sky, Jeff Mangum (Neutral Milk Hotel), Neon Indian, Numbers Showcase (Jackmaster, Oneman, Deadboy, Spencer e Redinho), Other Lives, Shellac, Siskiyou, Spiritualized, The Drums, The XX, The Olivia Tremor Control, The Walkmen, Veronica Falls, Washed Out, Wilco e Yo La Tengo.</p>
<p>Já o San Miguel Primavera Sound, na casa-mãe, propõe o seguinte alinhamento: Archers Of Loaf, Beach House, Björk, Codeine, Death Cab For Cutie, Death In Vegas, The Dirty Three, The Drums, Godflesh, Guided By Voices, Jeff Mangum (Neutral Milk Hotel), Josh T. Pearson, Lisabö, Mudhoney, Neon Indian, Numbers Showcase (Jackmaster, Redinho, Spencer, Oneman, Deadboy), Other Lives, SBTRKT, Shellac, Siskiyou, Spiritualized, The Olivia Tremor Control, Veronica Falls, Washed Out, Wilco, The XX e Yo La Tengo.</p>
<p>Até 31 de dezembro o bilhete para o Optimus Primavera Sound custa 75 euros, enquanto que a edição de Barcelona custa 170 euros a partir do dia 2 de dezembro.</p>
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		<title>Optimus Alive: Radiohead regressam (finalmente) a Portugal</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/11/optimus-alive-radiohead-regressam-finalmente-a-portugal/</link>
		<comments>http://www.festmag.com/2011/11/optimus-alive-radiohead-regressam-finalmente-a-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Optimus Alive]]></category>
		<category><![CDATA[Radiohead]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>A banda de Oxford, uma das mais aguardadas pelos fãs portugueses, foi hoje confirmada no Optimus Alive 2012, no dia 15 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>A banda de Oxford, uma das mais aguardadas pelos fãs portugueses, foi hoje confirmada no Optimus Alive 2012, no dia 15 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.</strong></p>
<p>Recorde-se que a última atuação dos Radiohead em Portugal tinha sido nos Coliseus de Lisboa e Porto, cinco datas, no final de julho de 2002.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/11/optimus-alive-radiohead-regressam-finalmente-a-portugal/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Tom Yorke, Jonny Greenwood, Ed O&#8217;Brien, Colin Greenwood e Phil Selway formaram em 1985 uma das bandas mais importantes da história, não só musicalmente, mas também pela capacidade de inovação que demonstraram várias vezes ao longo dos últimos anos.</p>
<p>Desde &#8220;Pablo Honey&#8221; (1993) até &#8220;The King Of Limbs&#8221; (2011), os Radiohead têm sido capazes de descobrir novos caminhos musicais, apresentando propostas arrojadas e que surpreendem o, sempre crescente, número de fãs.</p>
<p>Com mais de 30 milhões de discos vendidos, os Radiohead podem ainda orgulhar-se de vários prémios conquistados, como três Grammy Awards, um Q Award ou um NME Awards, entre outros.</p>
<p>A intensa relação entre os Radiohead e o público português vai conhecer mais um capítulo marcante, quando a banda subir ao Palco Optimus no dia 15 de julho de 2012.</p>
<p>Os bilhetes para o Optimus Alive 2012 serão colocados à venda a 1 de dezembro, nos locais habituais, pelo mesmo preço do ano passado: 50 euros o bilhete diário e 99 euros o Passe de 3 Dias. Devido à alteração da taxa do IVA a partir de 1 de janeiro de 2012 os bilhetes diários passam a custar 53 euros, enquanto os passes de três dias passam para 105 euros.</p>
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		<title>Reportagem: Girls com flores e sem espinhas em Lisboa</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/11/girls-com-flores-e-sem-espinhas-em-lisboa/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Lagarto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Girls]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Lux]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Com bouquets de flores pendurados nos microfones, os Girls mostraram em Lisboa que os tempos de garagem vão longe quando sobem a palco, mas as influências melódicas ficaram.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Com bouquets de flores pendurados nos microfones, os Girls mostraram em Lisboa que os tempos de garagem vão longe quando sobem a palco, mas as influências melódicas ficaram.</strong></p>
<p>Sem primeira parte, o que no Porto deu e muito que ler e escrever depois da falta de acordo entre promotora Everything Is New e a primeira banda escolhida, o concerto de Lisboa decorreu sem espinhas.</p>
<p>Alargado a quarteto, o duo fundador cumpriu o esperado: tocou sobretudo o segundo álbum, que tem em &#8220;Vomit&#8221; e &#8220;Lust Of Life&#8221; os cartões de visita. A herança do rock dos primeiros tempos e dos anos 70 esteve presente sem envergonhar ninguém.</p>
<p>Em noite fria à beira Tejo, juntaram-se as melodias solarengas e o surf da Califórnia, mais as baladas num bom alinhamento para aguentar os momentos mais elétricos e os mais doces, mas sem surpreender ninguém.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/11/Girls21.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/11/Girls21.jpg" alt="Girls" title="Girls" width="853" height="568" class="alignnone size-full wp-image-1427" /></a></p>
<p>No encore, os norte-americanos também estiveram sem espinhas: aos aplausos da praxe, voltaram, tocaram e cumpriram. E da praxe ligaram-se as luzes e acabou o espetáculo que se esperava, sem surpresas.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/11/Girls11.jpg"><img src="http://www.festmag.com/wp-content/uploads/2011/11/Girls11.jpg" alt="Girls" title="Girls" width="853" height="568" class="alignnone size-full wp-image-1426" /></a></p>
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		<title>Adriana lança EPK promocional</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/11/adriana-lanca-epk-promocional/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 05:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana]]></category>
		<category><![CDATA[EPK]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>A cantautora editou em março "O Que Tinha De Ser", o segundo disco de originais, e através de um "electronic press kit", em vídeo, apresenta-se em nome próprio.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>A cantautora editou em março &#8220;O Que Tinha De Ser&#8221;, o segundo disco de originais, e através de um &#8220;electronic press kit&#8221;, em vídeo, apresenta-se em nome próprio.</strong></p>
<p>«Falar de Adriana é falar de canções, de uma voz singular e de uma multiplicidade de talentos. Ela escreve, compõe e canta. Toca piano e guitarra. E, caso raro no panorama musical, a flauta é o seu instrumento principal», avança a promotora no &#8220;press release&#8221;. </p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/11/adriana-lanca-epk-promocional/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Com dois discos editados, &#8220;Adriana&#8221; (2009) e &#8220;O Que Tinha De Ser&#8221; (2011), «a jovem cantora tem motivos para se sentir feliz com o reconhecimento que, passo a passo, tem conquistado». O que aqui vimos e ouvimos deixa-nos, no mínimo, curiosos.</p>
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		<title>Clã editam &#8220;Disco Voador&#8221; natalício a 2 de dezembro</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/11/cla-editam-disco-voador-natalicio-a-2-de-dezembro/</link>
		<comments>http://www.festmag.com/2011/11/cla-editam-disco-voador-natalicio-a-2-de-dezembro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 05:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Clã]]></category>
		<category><![CDATA[Disco Voador]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Os Clã prepararam para esta época natalícia uma edição especial do seu "Disco Voador" - o primeiro álbum da banda feito para os mais novos. Nesta edição especial, junta-se ao álbum o Caderno Arco-Íris e dois pins coloridos.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Os Clã prepararam para esta época natalícia uma edição especial do seu &#8220;Disco Voador&#8221; &#8211; o primeiro álbum da banda feito para os mais novos. Nesta edição especial, junta-se ao álbum o Caderno Arco-Íris e dois pins coloridos.</strong></p>
<p>O Caderno Arco-Íris é um caderno pessoal e secreto, onde os &#8220;supernovos&#8221; podem registar as coisas que mais gostam, as que detestam e outras assim-assim e divertirem-se a colorir e combinar as muitas personagens ilustradas que vivem nestas páginas. Inspirado na canção “Arco-íris”, com letra de Regina Guimarães, este caderno foi ilustrado por Rui Duarte e Victor Almeida.</p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/11/cla-editam-disco-voador-natalicio-a-2-de-dezembro/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>A par da edição especial, os Clã criaram um &#8220;Chocolate Disco Voador&#8221; para combinar com um dos temas mais famosos do álbum, “Chocolatando”.<br />
O &#8220;Chocolate Disco Voador&#8221; será oferecido nos concertos da banda a quem tiver comprado a edição especial do &#8220;Disco Voador&#8221;.</p>
<p>Entretanto a viagem continua e o &#8220;Disco Voador&#8221;, com os CLÃ aos comandos, já tem agendadas várias paragens:<br />
- 04 de dezembro (domingo), Casa da Música, Porto &#8211; participação especial no Desconcerto de Natal da Operação Nariz Vermelho<br />
- 10 de dezembro (sábado), Teatro Virginia, Torres Novas<br />
- 11 de dezembro (domingo), Fnac Alfragide<br />
- 12 de dezembro (segunda-feira), Teatro da Luz<br />
- 17 de dezembro (sábado), Teatro Cine, Torres Vedras<br />
- 18 de dezembro (domingo), Fnac Leiria<br />
- 14 de janeiro (sábado), Cine-teatro, Estarreja<br />
- 11 de fevereiro (sábado), Casa das Artes, Famalicão</p>
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		</item>
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		<title>Helmet atuam em Portugal em março</title>
		<link>http://www.festmag.com/2011/11/helmet-atuam-em-portugal-em-marco/</link>
		<comments>http://www.festmag.com/2011/11/helmet-atuam-em-portugal-em-marco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 05:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>festmag</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Helmet]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Os Helmet estreiam-se ao vivo em Portugal com dois concertos, a 5 de março na TMN ao Vivo e a 6 de março no Hard Club, onde comemoram o 20.º aniversário de "Meantime", provavelmente o álbum mais marcante da carreira.</strong>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Os Helmet estreiam-se ao vivo em Portugal com dois concertos, a 5 de março na TMN ao Vivo e a 6 de março no Hard Club, onde comemoram o 20.º aniversário de &#8220;Meantime&#8221;, provavelmente o álbum mais marcante da carreira.</strong></p>
<p><a href="http://www.festmag.com/2011/11/helmet-atuam-em-portugal-em-marco/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Formados em 1989 por Page Hamilton, os Helmet editaram até à data sete álbuns de originais, desde &#8220;Strap It On&#8221; (1990) até ao mais recente &#8220;Seeing Eye Dog&#8221; (2010). Pelo meio lançaram &#8220;Meantime&#8221; (1992), o álbum que catapultou os norte-americanos para o sucesso, graças a singles como &#8220;Unsung&#8221;, &#8220;Give It&#8221; e &#8220;In The Meantime&#8221;. </p>
<p>Na primeira parte dos dois concertos atuam os Fighting With Wire. Oriunda da Irlanda do Norte, a banda editou em 2008 o álbum de estreia &#8220;Man vs Monster&#8221;.</p>
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