A colaboração estreita entre o Canal 180 e o realizador dinamarquês Andreas Johnsen resulta agora numa exibição em sala da sua mais recente longa metragem. O documentário “A Kind Of Paradise”, que estreou em novembro deste ano no Festival Internacional de Documentário de Copenhaga, será projetado na quarta-feira, 4 de janeiro, às 21:30, na sala 3 do Cinema São Jorge, em Lisboa, numa sessão com entrada livre que contará com a presença do próprio Andreas Johnsen.
Foi-se o tempo em que claraboia era apenas a abertura no alto das edificações para permitir a entrada de luz ou melhorar a ventilação. Agora, a associação é rápida: trata-se do “novo” livro de José Saramago, Nobel de Literatura em 1998.
Na semana em que a recém formada Academia Portuguesa de Cinema se reúne para aprovar o regulamento dos futuros galardões, que inclusive já foram nomeados de Sophia, a FEST MAGAZINE dedica-se a investigar a fundo algumas diretrizes do cinema português e os seus atuais protagonistas e coadjuvantes.
“Sophia”: eis o nome dos galardões que a recém formada Academia Portuguesa de Cinema (APC) irá oferecer em noite de gala a ter início no próximo ano. O nome, que ultrapassou “Dom” e “Lacre” na votação ocorrida ontem, em Lisboa, é uma homenagem à escritora Sophia de Mello Brayner e às mulheres, «por haver poucos prémios de cinema com um nome feminino e vivermos numa sociedade ainda muito controlada pelos homens, além de significar, em grego, ‘sabedoria’», explica um dos membros da direção.
A sala é imponente. A sala é histórica. Josh T. Pearson é imponente desde que se mostra do lado esquerdo da ‘mezzanine’ que rodeia o principal espaço da Sociedade de Geografia de Lisboa. Josh T. Pearson fez história no primeiro concerto em Portugal: aprendeu a dizer “merda” em português, contou piadas sobre sexo oral e cantou. E tocou. E cantou…
A biografia de Luiz Pacheco, “Puta que os Pariu!” por João Pedro George, tem lançamento marcado sábado, dia 3 de dezembro, no Arte e Manha.