Quem diria que um festival que teve início em 1989 com apenas cinco nomes “locais” é, à 22.ª edição, uma das maiores celebrações de música independente do mundo? A transição principal ocorreu em 2001, ano em que o Dour triplicou o número de actuações – de algumas dezenas de artistas passou para a centena e meia. Hoje as músicas e as estrelas são outras. Dos Faith No More aos Fun Lovin’ Criminals, passando pelos De La Soul, The Raveonettes, Tinariwen e pelos “nossos” Buraka Som Sistema, tudo parece caber num grande caldeirão de música alternativa.
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