“O Último Dia de um Condenado”: Do valor que a vida tem
Janeiro 7th, 2018 | by festmag
«Condenado à morte». Di-lo não uma, mas três vezes. E o tom agastado com que o diz mostra que ao
Janeiro 7th, 2018 | by festmag
«Condenado à morte». Di-lo não uma, mas três vezes. E o tom agastado com que o diz mostra que ao
Junho 21st, 2017 | by Filipe Pedro
Vila Real chamou-nos desta forma: “o melhor da música portuguesa está a nordeste”. Um festival gratuito com muita qualidade para 27.500 pessoas - números oficiais
Abril 11th, 2017 | by Paula Lucas
O Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC) estreou na passada sexta–feira a primeira das três sessões da
Fevereiro 23rd, 2017 | by Paula Lucas
Foi no passado sábado que tivemos autorização para viajar na carruagem da Loucomotiva – Grupo de Teatro de Taveiro, onde
Janeiro 15th, 2017 | by Paula Lucas
Baseada na obra de Platão, “Fédon”, “Sócrates Tem de Morrer – parte I”, foi apresentada no palco do Teatro Académico
Novembro 19th, 2016 | by Paula Lucas
Foi nas ondas do universo de Sophia de Mello Breyner, que a Companhia Teatrão, estreou a peça “Sophia” alimentando um público
Novembro 15th, 2016 | by Paula Lucas
No ano em que se festejam os cinco séculos do “Auto da Barca do Inferno” embarcamos nesta aventura pelo estilo criativo
Abril 12th, 2012 | by festmag
Entre 4 a 25 de maio, o Teatro da Politécnica, entre outros locais, recebe mais uma edição do Fatal - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.
Outubro 20th, 2010 | by Manaíra Athayde
Uma peça dentro da peça. É assim que “A Gaivota”, encenada no Teatro Nacional São João no mês de Outubro, traz aos palcos uma das mais importantes obras do escritor russo Anton Tchékhov. A encenação de Nuno Cardoso apreendeu com tamanha acuidade essa alma metalinguística que a peça encerra-se com a suspensão da grande tela ao fundo do cenário a expor os elementos cenográficos que são próprios da estrutura de palco. Esta é a expressão cénica encontrada para a metalinguagem de um enredo que aborda a relação do artista consigo e a observação de si no processo de alteridade. “Estou sempre insatisfeito comigo mesmo”, dizia o personagem que representava o escritor da trama, Medvedenko (João Castro)
Novembro 18th, 2009 | by Filipe Pedro
Filha bastarda da rumba, dos ritmos tradicionais, das fanfarras nos domingos na igreja e do funk, a ndombolo é a música das noites de Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. O som é denso e saturado, os ouvintes bebem cerveja e comem espetadas, dançam e namoriscam até de madrugada, quando os primeiros transportes retomam na cidade adormecida. É sobre os seus sucessos que cantam os músicos: o poder trazido pelo dinheiro, as mulheres bonitas, os carros de alta cilindrada, as roupas de marca